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LEILÃO 72 - GENEALOGIA, HERÁLDICA, LIVRO ANTIGO, MANUSCRITOS, COLÓNIAS E VÁRIA
LOTE 1 (a 167) TERMINA QUINTA-FEIRA DIA 29 DE OUTUBRO AS 21:30:00
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Lote 76
MACEDO, Luis Pastor de. - LISBOA DE LÉS-A-LÉS. Subsídios para a história das vias públicas da cidade. Volume I (ao V).
MACEDO, Luis Pastor de. - LISBOA DE LÉS-A-LÉS. Subsídios para a história das vias públicas da cidade. Volume I (ao V). Lisboa. Publicações Culturais da Câmara Municipal. 1960 (a 1985). 5 Vols. In-8º Encs.
1ª edição. Coleção completa. Ilustrados. Com dedicatória autografa do autor ao escritor Norberto de Araujo em 4 volumes. Encadernação em sintético. Com capas.
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Lote 77
MANUEL II, D. - LIVROS ANTIGOS PORTUGUESES. 1489-1600. DA BIBLIOTHECA DE SUA MAJESTADE FIDELISSIMA. Descripto por S. M. El-Rei... Em Três Volumes. I - 1489-1539. II - 1540-1569. III - 1570-1600.
MANUEL II, D. - LIVROS ANTIGOS PORTUGUESES. 1489-1600. DA BIBLIOTHECA DE SUA MAJESTADE FIDELISSIMA. Descripto por S. M. El-Rei... Em Três Volumes. I - 1489-1539. II - 1540-1569. III - 1570-1600. Londres. Impresso na Imprensa da Universidade de Cambridge e publicados por Maggs. Bros. 1929 (a 1935). 3 Vols. In-4º Encs.
Primeira edição. Trabalho bio-bibliográfico exaustivo. Textos em português e inglês. Ilustrados com a reprodução de frontispícios, folhas de livros, colofons, etc. Encadernações originais do editor em tela. Conserva as sobre-capas com defeitos.
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Lote 78
Manuscrito. JOSÉ DE QUEIRÓZ E BOTELHO DE ALMEIDA E VASCONCELLOS. Conjunto de documentos régios deste desembargador da Bahia, Rio de Janeiro, Guimarães e Lisboa.
Manuscrito. JOSÉ DE QUEIRÓZ E BOTELHO DE ALMEIDA E VASCONCELLOS. Conjunto de documentos régios deste desembargador da Bahia, Rio de Janeiro, Guimarães e Lisboa.
– D. MARIA. Carta de merce para Juiz de Fora de Guimarães, para servir por tempo de três anos.
Lisboa, 3 de março de 1759. Medidas: 35,5 x 26,5 cm
Manuscrito em pergaminho, assinado pelo Rainha. Conserva a fita com o selo branco Real. Assinaturas diversas no verso.
- D. JOÃO VI. Carta de nomeação para o lugar de Corregedor da Comarca da Vila da Feira.
Lisboa, 3 de maio de 1797. In-4 de 4 págs.
Manuscrito em pergaminho, assinado pelo Rei. Com selo branco Real. Assinaturas diversas no verso.
- D. JOÃO VI. Carta de nomeação para o lugar de Desembargador da Relação da Bahia.
Lisboa, 28 de julho de 1801. Medidas: 37 x 26,5 cm
Manuscrito em pergaminho, assinado pelo Rei. Conserva a fita com o selo branco Real. Assinaturas diversas no verso. Com pequenos defeitos marginais sem afetar o texto.
- D. JOÃO VI. Carta de nomeação do Desembargador da Relação da Bahia, para o lugar de Ouvidor do Crime da Casa de Suplicação do Brasil.
Rio de Janeiro, 16 de novembro julho de 1808. Medidas: 36 x 22 cm
Manuscrito em papel, assinado pelo Rei. Conserva a fita solta sem o selo branco Real. Assinaturas e textos diversos no verso. Com pequenos defeitos marginais sem afetar o texto.
- D. JOÃO VI. Carta de nomeação para o lugar ordinário de Desembargador da casa da Suplicação de Lisboa.
Lisboa, 6 de outubro de 1820. Medidas: 35 x 24,5 cm
Manuscrito em pergaminho, assinado pelo Rei. Assinaturas diversas no verso.
- D. JOÃO VI. Alvará de merce para o Desembargador se aposentar em um lugar da Casa da Suplicação, com metade do ordenado que lhe compete.
Lisboa, 17 de julho de 1821. In-4º de 2 págs.
Manuscrito em papel, assinado pelo Rei.
- CERTIDÕES DOS SERVIÇOS que fez José de Queiróz e Botelho de Almeida e Vasconcellos, como Juiz da relação etc. no Rio de Janeiro.
Conjunto de 18 manuscritos, assinados pelo tabelião, datados do Rio de Janeiro e Lisboa entre 1810 a 1820
In-4º de 43 fls. Enc.
- CONJUNTO DE 2 CARTAS em pergaminho com as fitas com o selo branco Real de confirmação de doações de D. João VI e várias escrituras de bens que a família tinha como a Quinta de Santa Maria em Refoios do Lima, nos Concelhos dos Arcos de Valdevez, Viana do Castelo, Ponte de Lima e nas freguesias de Padreiro, de S. Paio, Guiela, Guijó, Rio Frio, e S. Thiago", bem como lugares como "Campos de Cima", águas do Gijão e "Portella".
LIVRO DOS CAPÍTULOS DA IGREJA DO SALVADOR DO PADREIRO, no termo da Vila de Arco de Valdes. Desde 1787 até 1850. Assinado pelo Abade da Igreja Gaspar Lobo da Cunha Barreto.
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Lote 79
Manuscrito. D. PEDRO V. Conjunto de 3 manuscritos.
Manuscrito. D. PEDRO V. Conjunto de 3 manuscritos.
- Carta de venda de três foros, situados no concelho de Cabeceiras de Basto que foram arrematados pelo Conselheiro António José Pereira Leite. Assinatura "El Rei PR" por chancela. Manuscrito sobre papel selado, com o selo em branco sobre obreia. Ligeiras manchas.
Lisboa 28 de Janeiro de 1856.
- Manuscrito sobre papel assinado Rei e por Elias da Cunha Pessoa, ministro da Justiça no ministério presidido pelo Duque de Loulé
Paço das Necessidades a 25 de Novembro de 1856
- Nomeação de Joaquim Guilherme Cardozo de Sá para Administrador do Concelho de
Miranda. Manuscrito sobre papel assinado “El Rei” e por Fontes Pereira de Melo.
Paço das Necessidades em 21 de Novembro de 1859
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Lote 80
Manuscrito. D. MARIA. 1781
Manuscrito. D. MARIA. 1781
Carta de nomeação de um lugar de deputado do Concelho da Fazenda e do Estado, ao Doutor
Miguel Serrão Diniz. Manuscrito em pergaminho, assinado "A Rainha". Diversas assinaturas no verso, entre as quais a de João de Oliveira Leite de Barros.
Lisboa, 25 de janeiro de 1781
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Lote 81
Manuscrito. INFANTA REGENTE DONA ISABEL MARIA. 1826
Manuscrito. INFANTA REGENTE DONA ISABEL MARIA. 1826
Transferência da aposentadoria de D. Francisco de Noronha da Motta. Manuscrito em pergaminho dobrado ao meio. Assinatura "A Infanta". Em nome de D. Pedro, como Governador das 3 Ordens Militares.
Lisboa, 10 de abril de 1826
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Lote 82
Manuscrito. MARINHA. Séc. XVIII.
Manuscrito. MARINHA. Séc. XVIII.
Conjunto de manuscritos referentes a Real Sociedade da Marinha. O primeiro manuscrito é da autoria de Raimundo Oudinot assinado e datado de 1799 e dividido em 2 partes:
A 1ª parte com o título: “Das causas da afluência das areias nos Rios, e nas Praias, e dos meios de as diminuir e dos seus estragos”.
A 2ª parte “Da Restauração de alguns Portos deste Reino”, S. Martinho, Baia da Pederneira, Figueira, Foz do Vouga, Foz do Douro, Leixões, Vila do Conde, Esposende e Viana.
O segundo manuscrito é da autoria de Francisco de Paula Travassos assinado e datado de 1800 com o título: “História sucinta dos trabalhos da Sociedade Real da Marinha no anno de 1799”.
O terceiro é uma cópia sobre um texto do Infante D. Henrique, datado de 1798.
Ilustrado em separado com uma gravura do Infante. Ostenta o ex-libris de António Capucho.
Porto. Séc. XVIII. In-fólio de 29 fls. Cart.
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Lote 83
Manuscrito. D. JOÃO III. Alvará. 1522
Manuscrito. D. JOÃO III. Alvará. 1522
Alvará de El-Rei D. João III dando autorização ao seu Guarda-mor D. Luiz da Silveira para repartir por seus filhos os ofícios que Tinha, se viesse a morrer durante a sua Embaixada a Castela.
22 de Agosto de 1522. In-4 de 3 págs.
Manuscrito em papel assinado pelo Rei. Defeitos nas margens sem afetar o texto.
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Manuscrito. D. FILIPE I. 2 Alvarás Régios de 1586 e 1587. Madeira, India e Mazagão.
Manuscrito. D. FILIPE I. 2 Alvarás Régios de 1586 e 1587. Madeira, India e Mazagão.
- Alvará de nomeação de Alvaro Rodrigues de Távora para Capitão do Navio da Armada Zavra Augusta, sobre a Capitania de Alexandre de Sousa. O objetivo da viagem era cruzar o Atlântico até ao arquipélago dos Açores para proteger e escoltar as ricas naus que vinham da Índia e também do Brasil.
“Em julho de 1586, Alexandre de Sousa partiu de Lisboa no comando de uma armada de escolta militar composta por seis galeões, quatro caravelões e a zavra Augusta. • Sendo um navio extremamente leve e veloz, a zavra capitaneada por Alexandre de Sousa funcionava como os "olhos e ouvidos" da armada, patrulhando as águas em redor das ilhas para detetar navios corsários ingleses (como os de Francis Drake) antes que estes pudessem emboscar as naus mercantes carregadas de especiarias.
Lisboa. Julho de 1586. In-4º de 2 págs.
Manuscrito em papel assinado pelo Vice-rei de Portugal o Cardeal Arquiduque Alberto de Áustria.
- Alvará pelo qual El-Rei D. Filipe ordena a Luís César, do seu Conselho, que dê posse da capitania da Nau Santiago a Álvaro Rodrigues de Távora, para conduzir essa Nau de Faro à Ilha da Madeira e daí a Mazagão. No verso: Certidão de Álvaro Rodrigues de Távora ter prestado juramento, assinada por Luís César. Certidão de ter ido à ilha da Madeira. Não chegou a ir a Mazagão por ter demorado muito na viagem e lhe faltaram os mantimentos. Lisboa, 13 de setembro de 1588. Assinado por João Gomes da Silva. Mazagão era uma das principais praças-fortes portuguesas no Norte de África. O envio de naus com mantimentos, armas e soldados era constante para garantir a defesa contra os cercos e ataques dos mouros. A Ilha da Madeira servia frequentemente como porto de escala obrigatório para reabastecimento de água e víveres, além de carregar mercadorias.
Lisboa, 20 de Setembro de 1587.
Manuscrito em papel assinado pelo Vice-Rei de Portugal o Cardeal Arquiduque Alberto de Áustria e outras assinaturas no verso.
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Lote 85
Manuscrito. D. JOSÉ. Carta de Padrão. 1770
Manuscrito. D. JOSÉ. Carta de Padrão. 1770
Carta de Padrão de dezoito mil reis de tença anual concedida a José David de Sá em virtude da renuncia que fez nele, juntamente como habito de cristo, Francisco Bernardo Rosado.
30 janeiro de 1770. In-4º de 4 págs.
Manuscrito em pergaminho, assinado pelo Rei D. José.
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Lote 86
Manuscrito. D. JOSÉ. Carta de Mercê. 1735
Manuscrito. D. JOSÉ. Carta de Mercê. 1735
Padrão da tença de 12 mil reis por ano, concedidos a D. Luís da Cunha, com o hábito da ordem de Cristo.
30 de julho de 1735. In-4º de 3 págs.
Manuscrito em pergaminho, assinado pelo Rei D. José. E pelo Conde de Unhão.
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Lote 87
Manuscrito. BULA. PAPA ALEXANDRE VII. 1657
Manuscrito. BULA. PAPA ALEXANDRE VII. 1657
Bula redigida a 6 de março de 1657 e dirigida a Francisco Manuel de Vasconcelos, clérigo da Sé de Lisboa. Possui o raro selo pendente de chumbo do Papa. Acondicionada em moldura em acrílico.
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Lote 88
Manuscrito. CANTOCHÃO. OFÍCIO DO DEFUNTOS DO RITO ROMANO. 1452.
Manuscrito. CANTOCHÃO. OFÍCIO DO DEFUNTOS DO RITO ROMANO. 1452.
Titulo: “Cantus hinus libri iuxta ritum Ecclesiae Toletanae. Psalmi ad vesperas antiphona anno Domini MCCCCLII” que significa: Livro de cantos e hinos segundo o rito da Igreja de Toledo. Salmos [e] antífonas para as vésperas. No ano do Senhor de 1452.
Trata-se de um Ofício de Defuntos que uma Ordem ou Mosteiro usavam na época. Belo manuscrito em pergaminho, com grafia musical, belas capitulares e inicias desenhadas e iluminadas. Julgamos ser só uma parte do ofício.
- In-4º de 21 fls. Enc.
A folha 13 com falta de pedaço de pergaminho na margem inferior. Encadernação da época em pergaminho.
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Lote 89
Manuscrito. D. TOMÁS DE ALMEIDA. Cardeal-Patriarca de Lisboa. Conjunto de documentos de D. Tomás de Almeida e da sua linhagem dos Condes de Avintes e Marqueses do Lavradio. Séc. XVIII e XIX.
Manuscrito. D. TOMÁS DE ALMEIDA. Cardeal-Patriarca de Lisboa. Conjunto de documentos de D. Tomás de Almeida e da sua linhagem dos Condes de Avintes e Marqueses do Lavradio. Séc. XVIII e XIX.
Conjunto de dezenas de documentos de nomeações para lugares eclesiásticos, convocatórias de funções do paço, correspondências com Roma, Alvarás, escrituras de vendas de terras e heranças de família, etc.
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Lote 90
Manuscrito. ABADE CORREIA DA SERRA. 2 cartas
Manuscrito. ABADE CORREIA DA SERRA. 2 cartas
Invulgares cartas do Abade José Francisco Correia da Serra, assinadas e datadas de Washington e Filadelfia de 1820 para o Abade Babad, que foi um padre sulpiciano e professor francês que ficou historicamente reconhecido por ter sido o pioneiro no ensino da língua portuguesa nos Estados Unidos. Em 1820, publicou em Baltimore a obra "A Portuguese and English Grammar". As cartas tratam de algumas dúvidas e ajuda que Correia da Serra dava ao seu amigo sobre a língua portuguesa.
Abade José Francisco Correia da Serra foi um dos mais brilhantes cientistas, diplomatas, filósofos e polímatas portugueses do iluminismo. Nascido em Serpa, no Alentejo, destacou-se a nível internacional nas áreas da botânica e da geologia, tornando-se uma figura de enorme prestígio intelectual nas cortes e academias europeias e americanas. de grande prestígio intelectual, conviveu com os grandes cientistas da sua época. Publicou valiosos trabalhos nas mais conceituadas revistas. Viveu vários anos nos Estados Unidos, onde serviu como o primeiro diplomata português em Washington (Ministro Plenipotenciário). Durante a sua estadia, tornou-se amigo íntimo e conselheiro de Thomas Jefferson, o terceiro presidente americano. Jefferson admirava-o profundamente, descrevendo-o celebremente como "o homem mais erudito que alguma vez conheci". Inclusive, a famosa propriedade de Jefferson, Monticello, preserva até hoje o "quarto do Abade".
Amigo próximo do 2.º Duque de Lafões, D. João Carlos de Bragança, fundou em 1779 a Academia das Ciências de Lisboa.
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Lote 91
Manuscrito. FREI LUIS DOS SERAFINS SARAIVA. Coleção de diversas poesias. Séc. XIX. In-8º. Br.
Manuscrito. FREI LUIS DOS SERAFINS SARAIVA. Coleção de diversas poesias. Séc. XIX. In-8º. Br.
Frei Luís dos Serafins, foi um importante monge beneditino português que viveu entre o final do século XVIII e a primeira metade do século XIX. irmão do célebre Cardeal Saraiva. Foi Secretário da Congregação de São Bento por duas vezes e exerceu funções de Abade em grandes mosteiros do Norte de Portugal, como o Mosteiro de Santo Tirso, Santo André de Rendufe e São Salvador de Ganfei. Estes manuscritos eram tradição dos mosteiros beneditinos portugueses (como Tibães ou Santo Tirso), era muito comum a compilação de códices manuscritos intitulados Miscelâneas ou Diversas Poesias. Estes volumes manuscritos incluíam poemas satíricos, líricos ou religiosos de autores como Frei António das Chagas, Tomás Pinto Brandão ou Frei Lucas de Santa Catarina, além de produções anónimas. Acondicionado numa caixa em meia de pele.
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Lote 92
Manuscrito. MEMÓRIA COM PROPOSTAS SOBRE A COMPANHIA DAS VINHAS DO ALTO DOURO
Manuscrito. MEMÓRIA COM PROPOSTAS SOBRE A COMPANHIA DAS VINHAS DO ALTO DOURO
Memória escrita para ser apresentada ao príncipe D. João, regente do reino, com propostas e planos sobre as relações do Estado com a Companhia das Vinhas do Alto Douro, escritas por um "vassalo fiel" que se auto refere como "filho e neto de Lavradores de Vinho do Alto Douro".
Manuscrito a uma só mão, letra inteiramente legível, reinado de D. Maria I, início da regência do príncipe D. João. In-8º de 10 pás
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Lote 93
Manuscrito. DISCURSO POLÍTICO AO CLERO E À NOBREZA PORTUGUESA. 1823
Manuscrito. DISCURSO POLÍTICO AO CLERO E À NOBREZA PORTUGUESA. 1823
Discurso que defende o clero e a nobreza portuguesa face ao constitucionalismo vintista, fazendo a apologia do regresso das "antigas cortes" absolutistas. Trata-se de um documento inédito e relevante para a história do liberalismo e do absolutismo.
Manuscrito legível, escrito a 30 de meio de 1823 em Lisboa, de autor não identificado. In-8º de 13 págs.
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Lote 94
Manuscrito. DR. MIGUEL FRANZINI E SUA FAMÍLIA. 4 documentos.
Manuscrito. DR. MIGUEL FRANZINI E SUA FAMÍLIA. 4 documentos.
- Certidão passada por Joaquim José de Sousa, escrivão da tesouraria-mor do Erário Régio, a pedido do doutor Miguel Franzini em agosto de 1789, em que reconhece o dito doutor como Mestre de Matemática do Príncipe D. João, futuro D. João VI, assim como antigo mestre do malogrado Príncipe D. José.
- Certidão passada por Gaetano Pecci, reitor do Real Colégio dos Nobres em julho de 1770, onde se reconhece o doutor Miguel Franzini como professor catedrático de Análise Matemática e Álgebra do mesmo colégio.
Com uma adenda e belo selo branco do Cônsul da Sereníssima República de Veneza em Lisboa, António Maria Gherro, que atesta a veracidade, atendendo a que o doutor Miguel Franzini pretende viajar para Itália.
- Certidão passada por João Henrique de Sousa, cavaleiro da ordem de cristo e escrivão da tesouraria mor do Erário Régio, em abril de 1780, em que certifica os rendimentos do doutor Miguel Franzini como lente de Álgebra da Universidade de Coimbra.
- Provisão de D. Miguel I, de 9 de setembro de 1831, assinada pelos conselheiros do Real Conselho de Marinha, Joaquim José Monteiro Torres e José Maria Dantas Pereira, demitindo o coronel graduado da Brigada Real de Marinha Marino Miguel Franzini, do lugar de Inspector da Real Cordoaria da Junqueira e nomeando o chefe de divisão graduado António Bernardo de Almeida para o mesmo lugar.
Conjunto de 4 documentos relativos à contratação e realização de viagens do doutor Miguel Franzini entre a de Veneza e Lisboa, em 1803 e 1804.
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Lote 95
Manuscrito. Conjunto documental do XIII Conde de Alba de Liste em Espanha. Séc. XVIII.
Manuscrito. Conjunto documental do XIII Conde de Alba de Liste em Espanha. Séc. XVIII.
Conjunto de 66 cartas, sendo 8 cartas autógrafas do Conde de Alba de Liste, Don Luís Rubi Joaquin Enriquez de Bracamonte, e 58 cartas assinadas pelo seu secretário Francisco Adrada, todas enviadas de Madrid, nos anos de 1709, 1710 e 1711. O destinatário é Bartolomé Moreno de Beas, juiz de comissão e familiar do Santo Ofício e tratam de assuntos da administração da Casa Condal e do seu senhorio em tudo o que dissesse respeito à localidade de Garrovillas, província de Cáceres, território que estava sob jurisdição temporal do Conde.
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Lote 96
Manuscrito. NORBERTO DE ARAUJO. - AS CERVEJARIAS HISTÓRICAS DE LISBOA.
Manuscrito. NORBERTO DE ARAUJO. - AS CERVEJARIAS HISTÓRICAS DE LISBOA. In-8º de 86 folhas. Br.
Manuscrito original do escritor com rubrica na capa que julgamos ser inédito pois não encontramos referencias que tenha sido publicado.
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Lote 97
MASCARENHAS, Brás Garcia de. - VIRIATO TRAGICO EM POEMA HEROICO ESCRITO POR ... Obra posthuma. Offerecida ao serenissimo principe Dom Ioam que deos guarde.
MASCARENHAS, Brás Garcia de. - VIRIATO TRAGICO EM POEMA HEROICO ESCRITO POR ... Obra posthuma. Offerecida ao serenissimo principe Dom Ioam que deos guarde. Coimbra. Na Officina de Antonio Simoens. 1699. In-8º de [16], 780, [4] págs. Enc.
Primeira edição, póstuma deste famoso clássico. Poesia. Exemplar com manchas de acidez generalizada em algumas folhas, de resto um bom exemplar. Encadernação da época inteira de carneira com falta de pedaço de pele na lombada.
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1 LicitaçãoValor base:
Lote 98
MATTOS, Armando de. - MANUAL DE HERÁLDICA PORTUGUESA.
MATTOS, Armando de. - MANUAL DE HERÁLDICA PORTUGUESA. Porto. Fernando Machado & Cª. 1941. In-8º de 264, [2] págs. Enc.
Valioso. Publicado primitivamente em O Instituto. Ilustrado no texto. Bom exemplar. Encadernação meia de pele, com capas
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1 LicitaçãoValor base:
Lote 99
MATTOS, Armando de. - MANUAL DE GENEALOGIA PORTUGUESA.
MATTOS, Armando de. - MANUAL DE GENEALOGIA PORTUGUESA. Porto. Fernando Machado & Cª. 1943. In-8º de 139, [2] págs. Enc.
Primeira edição. Ilustrada. Encadernação meia de pele, com capas
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3 LicitaçõesValor base:
Lote 100
MELO (SABUGOSA), José de. - PEDRAS DE ARMAS QUE AINDA EXISTEM NALGUMAS CASAS DE LISBOA E SEUS ARREDORES. Álbum inédito organizado pelo Exmo. Sr. ...
MELO (SABUGOSA), José de. - PEDRAS DE ARMAS QUE AINDA EXISTEM NALGUMAS CASAS DE LISBOA E SEUS ARREDORES. Álbum inédito organizado pelo Exmo. Sr. ... Lisboa. Câmara Municipal. 1947. In-8º de [3], 77, [1] págs. Br.
Pouco comum. Separata da Revista Municipal. Ilustrada com a reprodução de 77 Pedras de Armas tratadas na obra. Capas de brochura com sujidade, miolo bem conservado.

