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    Lote 172

    VIDAL, D. João Evangelista de Lima. - POR TERRAS D'ANGOLA.

    VIDAL, D. João Evangelista de Lima. - POR TERRAS D'ANGOLA. Coimbra. F. França Amado, Editor. 1916. In-8º de 487 págs. Enc.

    Rara. Ilustrada. O autor foi Bispo de Angola e Congo. Encadernação meia de pele. Conserva as capas de brochura e lombada.

  • 20 Licitações
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    Lote 161

    TORGA, Miguel. - NOVOS CONTOS DA MONTANHA. (assinado).

    TORGA, Miguel. - NOVOS CONTOS DA MONTANHA. (assinado). Coimbra. 1952. In-8º de 237 págs. Enc. 

    3ª edição, aumentada, emendada e com um prefácio. Valorizado com dedicatória do autor ao João Mário (Branco). Bem conservado. Encadernação meia de pele. Conserva as capas e lombada.

  • 18 Licitações
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    Lote 139

    RÉGIO, José. - O JOGO DA CABRA CEGA. Romance. (assinado).

    RÉGIO, José. - O JOGO DA CABRA CEGA. Romance. (assinado). Coimbra. Edições "Presença". Livraria Atlântida. 1934. In-8º de [8], 367, [3] págs. Enc.

    Primeira edição e das primeiras obras do autor. Valorizado com dedicatória autografa do autor ao escritor Campos de Figueiredo. Proibida na época pela censura. Bela encadernação artística inteira de pele com ferros a ouro na lombada, pastas e seixas. Assinada pelo Mestre Victor Santos. Capas de brochura e lombada preservadas. Com estojo

  • 24 Licitações
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    Lote 138

    RÉGIO E ALBERTO DE SERPA, José. - POESIA DE AMOR. Antologia Portuguesa. Selecção e prefácio de... Ilustrações de Paulo. (assinado e com poemas originais dos autores).

    RÉGIO E ALBERTO DE SERPA, José. - POESIA DE AMOR. Antologia Portuguesa. Selecção e prefácio de... Ilustrações de Paulo. (assinados). Porto. Livraria Tavares Martins. 1945. In-8º de 301, [1] págs. Enc.

    Primeira edição. Valorizado com dedicatórias autografas ao Bento de Melo e dois poemas originais manuscritos de José Régio e Alberto Serpa. Fernando Ribeiro Bento de Melo, foi um dos mais controversos e inovadores editores portugueses do século XX, celebrizado como o fundador das Edições Afrodite. Envolvido num célebre processo judicial na década de 1960 em Portugal relacionado com a publicação da "Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica" organizada por Natália Correia, desafiando fortemente os limites morais e políticos impostos pela ditadura do Estado Novo. Encadernação artística inteira de pele, com um desenho gravado na pasta da frente da virgem e o menino e na de trás um retrato de Régio.

  • 18 Licitações
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    Lote 134

    QUENTAL, Antero de. - PRIMAVERAS ROMANTICAS. Versos dos vinte annos. (1861-1864).

    QUENTAL, Antero de. - PRIMAVERAS ROMANTICAS. Versos dos vinte annos. (1861-1864). Porto. Imprensa Portugueza, Editora. 1872. In-8º de 202, [1] págs. Enc.

    Primeira edição. Raríssima quando possui a fotografia original do autor, que raramente acompanha a obra. Assinatura no frontispício e algumas manchas nas últimas seis folhas. Encadernação em meia de pele, sem capas.

  • 24 Licitações
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    Lote 133

    POURCELLE, Edgard. - ESSAIS HISTORIQUES SUR LE PORTUGAL statistique par… Dédié à Sa Majesté Royale Don Luis I, Roi de Portugal.

    POURCELLE, Edgard. - ESSAIS HISTORIQUES SUR LE PORTUGAL statistique par… Dédié à Sa Majesté Royale Don Luis I, Roi de Portugal. Paris. E. Dentu, editeur. 1881. In-8º de 171 págs. Enc.

    Segunda edição. Exemplar com acidez. Encadernação em percalina com ferros a ouro na lombada, seixas e pastas com o brasão de Portugal ao centro na pasta da frente.

  • 17 Licitações
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    Lote 129

    PINTO, Fernão Mendes. - A ILHA MARAVILHOSA DE CALEMPLUI. Da

    PINTO, Fernão Mendes. - A ILHA MARAVILHOSA DE CALEMPLUI. Da "Peregrinação" de Fernão Mendes Pinto. Litografias originais e aguarelas de Mily Possoz. Lisboa. Editorial Ática. 1944. In-4º de 132, [8] págs Enc.

    Bela e rara edição. Introdução de Luis de Montalvor. Tiragem de apenas 256 exemplares numerados, este com o nº 144. Bem conservado. Revestido de bela encadernação inteira de chagrin com ferros a ouro na lombada, pastas e seixas. Capas de brochura preservadas.

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    Lote 109

    NEMÉSIO, Vitorino. - ANDAMENTO HOLANDÊS E POEMAS GRAVES. (assinado).

    NEMÉSIO, Vitorino. -  ANDAMENTO HOLANDÊS E POEMAS GRAVES. (assinado). Lisboa. S. Local. 1964. In-8º de 41 págs. Br.

    Primeira edição e dos mais raros livros do autor. Valorizado com dedicatória autografa do autor ao escritor Ruben A. O autor publicou em primeira mão, a stensor dactilográfico e em tiragem de 300 exemplares, fora do mercado por razões de crise económica. Encadernação em sintético, com capas

  • 9 Licitações
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    Lote 95

    MADERA, Gregorio Lopes. - DISCURSOS DE LA CERTIDUMBRE DE LAS RELIQUIAS DESCUBIERTAS EN GRANADA desde el año 1588 hasta el de 1598.

    MADERA, Gregorio Lopes. - DISCURSOS DE LA CERTIDUMBRE DE LAS RELIQUIAS DESCUBIERTAS EN GRANADA desde el año 1588 hasta el de 1598. Granada. Sebastian de Mena. 1601. In-4º de [11], 167, [10] págs. Enc.

    Frontispício arquitetónico gravado, e uma das primeiras gravuras em cobre realizadas em Granada. O seu autor foi o ourives Alberto Fernández. Texto dentro de uma moldura com notas à margem. A Obra pretende demonstrar que os primeiros habitantes cristãos de Granada eram de origem árabe e que o apóstolo Tiago tinha pregado ali junto a São Cecílio, fundindo a fé cristã com elementos da cultura islâmica. A folha A4 com furos de queimadura marginal e algumas folhas com acidez, mas em geral bom exemplar. Encadernação da época em pergaminho com falta de pedaços na lombada.

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    Lote 87

    incunábulo (pós). LUCANUS, Marcus Annaeus. - CIVILIS BELLI CAESARIS ET PO[M]PEI LIBRI DECE[M] suo nitori restituti.

    incunábulo (pós). LUCANUS, Marcus Annaeus. - CIVILIS BELLI CAESARIS ET PO[M]PEI LIBRI DECE[M] suo nitori restituti. Interpretibus Ioanne Sulpitio Verulano & Omnibono Vicentino viris clarissimis. Additus est praeterea vocabulorum index. Hyacinthus Arpinas recensuit. Colofon: [Impresson Mediolani per magistrum Leonardum Pachel. Anno Domini. MCCCCCVIII (1508). 1 decebris].

    Lucano, sobrinho do filósofo Séneca, foi inicialmente um protegido do imperador Nero, até cair em desgraça e ser obrigado a suicidar-se através da publicação dos primeiros livros da sua grande obra. Na sua única obra incompleta sobrevivente, descreve a Guerra de Farsália entre César e Pompeu a partir do ano 49, que terminou com a vitória de César sobre a República Romana. A presente edição inclui os comentários de Johannes Sulpitius Verulanus e Omnibonus Vicentinus, que também são retratados na xilogravura da página de rosto ao lado do autor. Erro de páginação sem a folha 200, mas completo o caderno devido a duas folhas com a numeração 198, a folha Ev sem numeração (entre a folha 36/37), folha 155 sem paginação. erros de paginação, mas completo. Frontispício com restauro no canto inferior e assinatura da época e nota manuscrita "Da Livraria do Colégio do Evangelho de Coimbra". Manchas nas últimas folhas, mas em geral um exemplar limpo e bem conservado. Algumas anotações da época nas margens da Livraria de Coimbra. Encadernação mais recente inteira de pele com ferros a ouro na lombada e a seco nas pastas.

  • 17 Licitações
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    Lote 83

    HEBREU, Leão. - DIALOGI DI AMORE, composti per Leone medico, di natione hebreo, et dipoi fatto christiano.

    HEBREU, Leão. - DIALOGI DI AMORE, composti per Leone medico, di natione hebreo, et dipoi fatto christiano. Colofon: In Vinegia, in casa de' figliuoli di Aldo, 1541. In-8º de [2], 241 (ma err. num. 261, passando da 134 a 155), [1] fls. Enc.

    Muito Raro e valioso. 2ª edição da obra e Primeira edição Aldina do tratado sobre o amor de Judah Abravanel, presumivelmente escrito no início do século XVI e impresso em Roma em 1535. Obra clássica e bem-sucedida sobre a filosofia do amor do Renascimento italiano, teve vinte e cinco edições em menos de um século e continuou a ser bem-sucedida ao longo do século XVII. O autor nascido em lisboa em 1460, por ser judeu, foi obrigado a sair do país, perseguido pela Inquisição. A Obra foi editada no estrangeiro ainda no séc. XVI, particularmente em Itália e França e, talvez por ter sido obra proibida em Portugal. Erro de paginação como acontece no exemplar da BNP e em todos os exemplares (folha 134 passa para 155). Com assinatura no frontispício e muitas anotações da época. Encadernação em pergaminho.

  • 21 Licitações
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    Lote 66

    Fotografia. - REI D. LUÍS I E TODA A FAMÍLIA REAL.

    Fotografia. - REI D. LUÍS I E TODA A FAMÍLIA REAL. Porto. Photographia União. 1887. Medidas: 16,5 x 10,5 cm

    Visita Real ao Norte do país: Porto, Braga, Gerês. Na primeira fila, Rainha D. Maria Pia, tendo ao colo o seu neto, o Príncipe da Beira D. Luís Filipe, com pouco mais de seis meses, a Princesa D. Amélia, Duquesa de Bragança, e D. Luís I. De pé, da esquerda para a direita, D. Francisco de Almeida; Conde de Tarouca; Príncipe Real D. Carlos, Duque de Bragança; Conde de Ficalho; Condessa de Moçâmedes, D. Maria Margarida Braancamp de Melo Breyner; Infante D. Afonso, Duque do Porto; Conde de Moçâmedes, D. José de Almeida e Vasconcelos do Soveral de Carvalho de Maia Soares de Albergaria, veador da rainha; a Condessa e o Benjamim Pinto. Conde de Seisal; major Duval Teles, com as insígnias de oficial às ordens do Príncipe Real.

  • 6 Licitações
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    Lote 64

    FIGUEIREDO, Augusto Severino Freire de. - MANUAL DE MEDICINA ECLETICA. Contendo o tratamento das doenças mais vulgares pelos meios mais efficazes, aconselhados pelos diversos systemas médicos… especialmente offerecido aos habitantes da nossa colonia de ANGOLA por...

    FIGUEIREDO, Augusto Severino Freire de. - MANUAL DE MEDICINA ECLETICA. Contendo o tratamento das doenças mais vulgares pelos meios mais efficazes, aconselhados pelos diversos systemas médicos… especialmente offerecido aos habitantes da nossa colonia de Angola por... Lisboa. Typographia de Sousa Neves. 1872. In-8º de 155 págs. Enc.

    Obra de extrema raridade. Uma coletânea de remédios simples, escrita pelo missionário português Augusto Severino Freire de Figueiredo para os povos indígenas desfavorecidos de Angola. Augusto Severino Freire de Figueiredo foi um missionário e botânico português que viajou por Angola entre as tribos, recolhendo e estudando plantas. Nas suas obras após a abolição da escravatura em 1869, Freire de Figueiredo criticou o tratamento dado pelos portugueses aos angolanos, que, segundo as suas observações, eram negligenciados e incultos. Em 1871, publicou uma obra sobre a educação dos povos indígenas no cultivo de palmeiras em Angola, uma atividade agrícola que poderia ajudar os angolanos a melhorar a sua economia local. O presente livro, publicado um ano depois, em 1872, foi escrito por Augusto Severino Freire de Figueiredo para “os habitantes da nossa colónia de Angola”, “em benefício das pessoas que não conseguem obter aconselhamento médico para as suas doenças”. Contém receitas para diversos medicamentos, que podem ser preparados a partir de produtos simples, gratuitos ou baratos, “que ocupam um espaço mínimo, permanecem inalterados durante anos e são fáceis de utilizar, substituindo quase por completo, em todas as aplicações, os milhares de preparações e receitas que são normalmente dispensadas ou vendidas nas farmácias. Bem conservado. Encadernação da época meia de pele.

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    FERREIRA, Vergílio. - MUDANÇA. Romance. (assinado).

    FERREIRA, Vergílio. - MUDANÇA. Romance. (assinado). Lisboa. Portugália Editora. (1949). 13x19,5 cm. 194 págs. Enc.

    Primeira edição. Rara. Valorizada com dedicatória autografa do autor. Boa encadernação inteira de pele, assinada "Invicta Livro". Conserva as capas de brochura e lombada.

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    Lote 44

    COMPANHIA GERAL DE COMÉRCIO DO GRÃO-PARÁ E MARANHÃO. Acção de 400 mil reis.

    COMPANHIA GERAL DE COMÉRCIO DO GRÃO-PARÁ E MARANHÃO. Acção de 400 mil reis. Lisboa, 12 de setembro de 1755. In-fólio de 4 págs.

    Documento de EXTREMA RARIDADE. Não existem registos públicos recentes de venda de um certificado físico de ação original (a apólice nominativa de 400$000 réis) da Companhia Geral do Grão-Pará e Maranhão em leilões portugueses e internacionais. São raras e difíceis de aparecer devido a RECOLHA OBRIGATÓRIA NA EXTINÇÃO, quando a companhia entrou em liquidação definitiva a partir de 1784, o Estado português montou uma Junta Liquidatária. Para receberem a liquidação dos capitais e os dividendos finais, os acionistas eram obrigados a entregar e carimbar as apólices físicas, que ficaram arquivadas centralmente no erário público (hoje na Torre do Tombo). A ação pertenceu a João Rodrigues Caldas não era um investidor qualquer; ele foi um dos grandes nomes da elite mercantil de Lisboa do século XVIII. Os registos históricos da própria empresa confirmam que ele desempenhou o cargo de Deputado da Junta de Administração da Companhia Geral do Grão-Pará e Maranhão. Homem de Confiança de Pombal, era Cavaleiro da Ordem de Cristo e um dos principais parceiros comerciais do Marquês de Pombal, tendo gerido contratos de exclusividade da Coroa (como o Contrato do Tabaco e do Sabão) e adquirido propriedades rústicas diretamente ao Marquês. Com o selo bem conservado o que a torna mais raro. Dentro do selo encontra-se a senha de autenticação da ação. Assinada pelo provedor e pelos deputados que eram outros grandes negociantes da praça de Lisboa, pois 400 mil reis representava uma pequena fortuna e um valor muito elevado na época. O Nº 228 Pertence ao primeiro lote de arranque da empresa. Como a vasta maioria destas ações foi recolhida e destruída ou arquivada pelo Estado português na liquidação de 1784, o número de exemplares sobreviventes em mãos privadas a nível mundial é residual.

    A Companhia possuía uma frota composta por naus de guerra, naus mercantes, galeras,

    corvetas, bergantins, lanchas, chalupas, escunas, lambotes. Nos setores que compreendiam Bissau, Cacheu e Angola, o comércio centrava-se no tráfico de escravos. Os produtos manufaturados de Portugal serviam para compra desses escravos. Das exportações pertencentes aos colonos em consignação constavam cera de abelha e marfim. Cabo Verde, além de escravos exportava grande quantidade de urzela, panaria, ouro e prata. O estado do Grão-Pará e Maranhão importava manufaturas como tecidos, ferramentas, louças, perfumaria, vinhos, e alguns gêneros alimentícios. As exportações consistiam de algodão, drogas do sertão, arroz e couro, dentre outros

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    Lote 34

    CASTELLO BRANCO, Camillo. - A MULHER FATAL.

    CASTELLO BRANCO, Camillo. - A MULHER FATAL. Lisboa. Livraria de Campos Junior, Editor. S. data. (1870). In-8º de 228, [1] págs. Enc.

    Edição primitiva. Raríssima. Contém o retrato fotográfico do autor que raramente acompanha a obra. Por aparar. Encadernação mais recente meia de pele.

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