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    VEIGA, Pedro. - OS MODERNISTAS PORTUGUESES. Escritos públicos, proclamações e manifestos, coordenados por Petrus que imaginou a obra e a dirigiu e deu à estampa. Vol. I (ao VI).

    VEIGA, Pedro. - OS MODERNISTAS PORTUGUESES. Escritos públicos, proclamações e manifestos, coordenados por Petrus que imaginou a obra e a dirigiu e deu à estampa. Vol. I (ao VI). Porto. C.E.P. S. data. 6 Vols. In-8º. Encs.

    Coleção completa. Bela edição lustrada com desenhos e vinhetas. Com a reprodução de frontispícios e de escritos e manifestos surrealistas, alguns de grande raridade. Bem conservados. Encadernação inteira de pele. Conserva as capas de brochura.

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    Lote 57

    DIARIO ECCLESIASTICO PARA OS BISPADOS DO RIO DE JANEIRO, S. PAULO, E MARIANNA, PRINCIPALMENTE PARA A CIDADE DO RIO DE JANEIRO, PARA O ANNO DE 1815. Terceiro depois do bissexto. Ordenado pela Congregação do Oratorio de Lisboa.

    DIARIO ECCLESIASTICO PARA OS BISPADOS DO RIO DE JANEIRO, S. PAULO, E MARIANNA, PRINCIPALMENTE PARA A CIDADE DO RIO DE JANEIRO, PARA O ANNO DE 1815. Terceiro depois do bissexto. Ordenado pela Congregação do Oratorio de Lisboa. Lisboa. Impressão Régia. S. data. In-16º de 128 págs. Enc.

    Muito raro Diário dedicado ao Rio de Janeiro, ilustrado com 2 mapas em folha desdobrável, um de Portugal e o outro com a planta do Rio de Janeiro. Em 1815 o príncipe regente D. João elevou o Brasil à categoria de Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, extinguindo o estatuto de colónia. Esta mudança transformou o Rio de Janeiro no centro administrativo do império português. Valorizado com um papel manuscrito com a rubrica que D. Manuel II assinava notas privadas ou identificava itens na sua vasta e famosa biblioteca. “Foi-me dado pela Rainha Mary de Inglaterra no dia 2 de novembro de 1930”. Neste ano o Rei vivia no exílio no Reino Unido, D. Manuel II e a Rainha Amélia tinham uma relação extremamente próxima e de amizade pessoal com a Rainha Mary e o Rei Jorge V. Eles visitavam-se frequentemente e trocavam presentes de colecionador. A folha de guarda apresenta a assinatura “To Capt. Mounsey, H.M.S. Valiant, Rio de Janeiro 1815”. O Capitão Mounsey, oficial distinto da Marinha Real Britânica (Royal Navy) que serviu durante as Guerras Napoleónicas. Ficou conhecido por ter capturado a fragata francesa Furieuse em 1809, um feito que lhe rendeu grande fama. Em 1815, após o fim das guerras na Europa, muitos navios britânicos estavam destacados para patrulhar as costas da América do Sul para proteger interesses comerciais. Revestido de bela encadernação em pano, com artísticos ferros e ouro bordados na lombada e pastas, possuindo ao centro de ambas o brasão de armas de Portugal. Dourado por folhas. Acondicionado em caixa de pele vermelha com artísticos ferros em ouro e com 4 brasões de armas do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves

    PEÇA DE COLEÇÃO pela raridade e pelo curioso percurso deste exemplar desde que foi feito na tipografia em Lisboa, viajando para o Brasil ficando na posse de um famoso Capitão da Armada Real Inglesa. Viajou novamente para Londres para o Palácio Real onde foi oferecido aos Reis de Inglaterra, que mais tarde o deram como prenda aos Reis de Portugal que o trouxeram de volta para Lisboa. Por esta magia e histórias que fazem a nossa paixão pelos livros.

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    Lote 119

    MATTOS, Armando de. - BRASONÁRIO DE PORTUGAL. Volume I (e II).

    MATTOS, Armando de. - BRASONÁRIO DE PORTUGAL. Volume I (e II). Porto. Livraria Fernando Machado. 1940 (e 1943). 2 Vols. In-8º Encs.

    Edição original desta rara publicação. Profusamente ilustrada com 1870 brasões de famílias a cores com desenhos de Gouveia Portuense. Boas encadernações meias de pele, com ferros a ouro nas lombadas e pastas. Executada por Frederico de Almeida. Conserva as capas de brochura e lombadas. Bons exemplares.

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    Lote 77

    FREITAS E OUTROS, Eugénio de Andrea da Cunha e. - CARVALHOS DE BASTO. A descendência de Martim Pires de Carvalho, Cavaleiro de Basto. Tomo I (ao Tomo XI).

    FREITAS E OUTROS, Eugénio de Andrea da Cunha e. - CARVALHOS DE BASTO. A descendência de Martim Pires de Carvalho, Cavaleiro de Basto. Tomo I (ao Tomo XI). Porto. 1977 (a 1999). 11 Vols. In-4º Encs.

    Coleção completa. Estudo valioso de famílias portuguesas e suas casas, que constitui um dos mais extensos e rigorosos trabalhos de investigação genealógica publicados em Portugal no século XX. Ilustrados no texto com belas vinhetas de casas nobres e gravuras heráldicas, como brasões e emblemas de linhagens, que enriquecem as suas genealogias. O último volume é de índices. Em perfeito estado de conservação. Boas encadernações inteiras de pele com ferros a ouro na lombada e pastas. Conserva as capas.

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    Lote 58

    DIARIO ECCLESIASTICO PARA O REINO DE PORTUGAL principalmente para a Cidade de Lisboa. Para o ano de 1825. Primeiro depois do bissexto. Ordenado pela Congregação do Oratorio de Lisboa.

    DIARIO ECCLESIASTICO PARA O REINO DE PORTUGAL principalmente para a Cidade de Lisboa. Para o ano de 1825. Primeiro depois do bissexto. Ordenado pela Congregação do Oratorio de Lisboa. Lisboa. Impressão Régia. S. data. In-16º de 205 págs. Enc.

    Ilustrado com um mapa de Portugal em folha desdobrável a cores. Revestido de bela encadernação inteira de pele, com artísticos ferros a ouro na lombada e pastas, possuindo ao centro de ambas o brasão de armas de do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, enquadrados por formosos ferros decorativos e com motivos florais. Acondicionado em caixa de pele vermelha com artísticos ferros em ouro e com 4 brasões de armas de Portugal, com defeitos

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    Lote 56

    DIARIO ECCLESIASTICO PARA O REINO DE PORTUGAL principalmente para a Cidade de Lisboa. Para o ano de 1833. Primeiro depois do bissexto. Ordenado pela Congregação do Oratorio de Lisboa.

    DIARIO ECCLESIASTICO PARA O REINO DE PORTUGAL principalmente para a Cidade de Lisboa. Para o ano de 1833. Primeiro depois do bissexto. Ordenado pela Congregação do Oratorio de Lisboa. Lisboa. Impressão Régia. S. data. In-16º de 144 págs. Enc.

    Ilustrado com o raro mapa de Portugal com o retrato de D. Miguel I, em folha desdobrável a cores. Revestido de bela encadernação inteira de pele vermelha, com artísticos ferros a ouro na lombada e pastas, possuindo ao centro e em ambas as pastas o brasão de armas de Portugal e a coroa real enquadrados por formosos ferros decorativos. Dourado por folhas. Estes ferros foram usados para os anos de 1828, 1833 e 1842. Pequenos furos de traça na pasta junto a lombada

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    Lote 48

    CULTOS DE DEVOÇÃO E OBSEQUIOS, que se dedicão ao Thaumaturgo Portuguez Stº António de Lisboa. Em os dias da sua nova Trezena...

    CULTOS DE DEVOÇÃO E OBSEQUIOS, que se dedicão ao Thaumaturgo Portuguez Stº António de Lisboa. Em os dias da sua nova Trezena... Lisboa. Na Offic. de Miguel Menescal da Costa. 1766. In-8º de 187 págs. Enc.

    Rara. Ilustrada com o retrato de S. António e com grafia musical. Encadernação artística inteira de pele vermelha, com ferros a ouro nas pastas e lombada. Corte das folhas dourado.

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    Lote 183

    TEIVE, Diogo de. - COMENTARIUS DE REBUS IN INDIA APUD DIUM GESTIS ANNO SALUTIS NOSTRAE.

    TEIVE, Diogo de. - COMENTARIUS DE REBUS IN INDIA APUD DIUM GESTIS ANNO SALUTIS NOSTRAE. Conimbricae. Excudebant Ioannes Barrerius & Ioannes Aluarus. 1548. In-8º de [8], 92 págs. Enc.

    Obra de extrema raridade. Primeira edição deste relato das conquistas portuguesas no oeste da Índia, com enfoque no furioso segundo cerco de sete meses à fortaleza de Diu, em 1546. Esta é uma das duas celebrações contemporâneas da vitória portuguesa; a outra foi escrita por Damião de Góis. Foi encomendada ao humanista Diogo de Teive (c. 1513-1565) pelo Rei João III. "Para cumprir o seu objectivo de monopolizar o comércio de especiarias com as Índias Orientais, Portugal precisava de tomar o controlo do Mar Arábico aos muçulmanos egípcios.

    Joaquim Anselmo, na sua Bibliografia das Obras Impressas em Portugal No Seculo XVI (1926), cita seis exemplares: na Biblioteca Nacional de Lisboa, no Arquivo Nacional Português, na Biblioteca da Ajuda, nas Bibliotecas Municipais do Porto, na Biblioteca Pública de Évora e na Universidade de Coimbra.

    Exemplar com as págs [7/8] preliminares inumeradas que correspondem ao elogio de Georgius Buchananus, que esta fac-similada em zincogravura. Com algumas anotações marginais da época. Em geral bom exemplar. Encadernação inteira de carneira com sinais de uso.

    Anselmo 254; D. Manuel 65; Palau 328839

    PEÇA DE COLEÇÃO E DE EXTREMA RARIDADE.

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    Lote 161

    REEGRA & STATUTOS DA ORDEM DE SANTIAGO.

    REEGRA & STATUTOS DA ORDEM DE SANTIAGO. Lixboa. Per Germão Galharde.1548. In-8º de [4], 37, [1], 38, [4] fls. Enc.

    Muito rara. Frontispício com moldura idêntica à da primeira edição de Os Lusíadas. Ilustrada em separado com sete xilogravuras e caracteres góticos. A 4 folhas preliminar e as folhas 37 e 38 são fac-similadas em zincogravura. Encadernação em pergaminho rígido com atilhos.

    Palau 256242; Anselmo 635; D. Manuel 63; Simões 548

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    Lote 156

    PORTUGALIA. MATERIAIS PARA O ESTUDO DO POVO PORTUGUEZ. Pola Grey. Tomo I (e II).

    PORTUGALIA. MATERIAIS PARA O ESTUDO DO POVO PORTUGUEZ. Pola Grey. Tomo I (e II). Director: Ricardo Severo. Redactor em chefe: Rocha Peixoto. Secretario: Fonseca Cardoso. Severo, Ricardo (Director); Peixoto, Rocha (Redactor-em-chefe); Cardoso, Fonseca (Secretário). Lisboa. 1899-1908. 2 vols. In-4º de Encs.

    Raríssima revista etnográfica e antropológica. Coleção completa. profusamente ilustrada no texto e em separado. Boas encadernações em pergaminho com o título gravado na lombada e pastas. Com capas.

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    Lote 135

    OLIVEIRA, Cristóvão Rodrigues. - SUMARIO E QUE BREVEMENTE SE CONTEM ALGUAS COUSAS ASSI ECCLESIASTICAS COMO SECULARES QUE HA NA CIDADE DE LISBOA.

    OLIVEIRA, Cristóvão Rodrigues. - SUMARIO E QUE BREVEMENTE SE CONTEM ALGUAS COUSAS ASSI ECCLESIASTICAS COMO SECULARES QUE HA NA CIDADE DE LISBOA. Em Lixboa. Em casa de Germão Galharde. (1554). In-8º de [50] fls. Enc.

    Obra de extrema raridade e muito difícil de aparecer no mercado. Obra A importância desta obra deve-se a que o autor, não só fez a descrição da cidade de Lisboa, como também descreveu a sua vida quotidiana como uma testemunha ocular no tempo das Descobertas. Foi a primeira descrição escrita em língua portuguesa e uma das primeiras descrições impressas de Lisboa, logo após a publicação da Urbis Olisiponis descriptio, de Damião de Góis, publicada em 1554. Embora alguns bibliógrafos do passado tenham insistido na data de 1551, Ernesto Soares já demonstrou que a impressão não pode ter ocorrido antes de novembro de 1554, como se pode verificar no prefácio à terceira edição da obra, publicada em 1938, por iniciativa de Augusto Vieira da Silva. O exemplar pertenceu ao conhecido bibliófilo José Maria Nepomuceno (apresenta o seu ex-libris) e consta, com o n° 1536, do importante catálogo do leilão da sua biblioteca que teve lugar em 1897. Foi então adquirido pelo também bibliófilo, olisipógrafo e arqueólogo Gomes de Brito pela assinalável soma de 25.000 reis.

    Exemplar levemente aparado, ofendendo, na margem direita, a moldura do rosto, idêntica à da primeira edição de Os Lusíadas. Esta folha apresenta também mancha central com pequeno restauro, de resto um bom exemplar. Algumas pintas a tinta vermelha na margem. Encadernação modesta em meia de pele.

    Anselmo 657; D. Manuel 85; Simões 530; Iberian Books 71714 [13841]

    PEÇA DE COLEÇÃO.

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    Lote 123

    MENESES, Francisco Xavier. - HENRIQUEIDA POEMA HEROICO COM ADVERTENCIAS PRELIMINARES das regras da Poesia Epica, Argumentos e Notas. Composto pelo illustriss. e excellent. Conde da Ericeira D. Francisco Xavier de Menezes, do conselho de guerra de sua magestade.

    MENESES, Francisco Xavier. - HENRIQUEIDA POEMA HEROICO COM ADVERTENCIAS PRELIMINARES das regras da Poesia Epica, Argumentos e Notas. Composto pelo illustriss. e excellent. Conde da Ericeira D. Francisco Xavier de Menezes, do conselho de guerra de sua magestade. Lisboa Occidental. Na Officina de Antonio Isidro da Fonseca. 1741. In-8º de [104], 411, 149, [4] pags. Enc.

    Inocêncio III, 86: " O poema, considerado litterariamente, é obra de merito mediocre, na opinião dos criticos, apezar da summa diligencia com que o auctor pretendeu reduzi-lo ás regras e preceitos epicos, de que era perfeito sabedor. O que lhe faltava unicamente era genio e gosto. Entretanto, ninguem negará que a linguagem é pura, e correcta, como o são todas as obras do conde, que foi de certo um dos melhores escriptores do seu tempo. Os exemplares da Henriqueida estiveram mui depreciados hoje porém, que já são algum tanto raros, subiram de valor, e sei d'alguns vendidos de 800 réis até 1:200". Bem conservado. Encadernação inteira de pele. Corte das folhas carminado.

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    Lote 112

    Manuscrito. - SÁ DA BANDEIRA E CONDE DO BONFIM.

    Manuscrito. - SÁ DA BANDEIRA E CONDE DO BONFIM.

    Conjunto de 49 cartas e rascunhos de correspondência trocada entre estas duas importantes personalidades da época. Datas e assinadas entre 1840/1844, a maioria de Sá da Bandeira em Elvas.

    Nos anos 40, Sá da Bandeira e o Conde do Bonfim (José Travassos Valdez) eram figuras políticas proeminentes em Portugal, com Sá da Bandeira sendo um líder liberal e militar, e o Conde do Bonfim liderando um governo (o 11º da Monarquia Constitucional) que foi nomeado no final de 1839 e durou até meados de 1841, atuando num período de grande instabilidade política liberal. Figuras proeminentes do liberalismo português, aliados próximos, com ambos representando a ala progressista/setembrista contra os cartistas mais conservadores, atuando em conjunto na política e no exército para defender a Monarquia Constitucional e a causa abolicionista, com o Conde do Bonfim sendo um importante general e político que apoiava as políticas de Sá da Bandeira, embora fossem de ideologias por vezes distintas dentro do liberalismo. Época importante de Sá da Bandeira, sem deixar de tomar parte nas lutas políticas, recorreu à imprensa para tratar da sua questão mais prediletas, a da abolição da escravatura. Em 1839 publicou os Documentos oficiais relativos à negociação do tratado entre Portugal e a Grã-Bretanha para a supressão do trafico da escravatura, mandado imprimir por ordem da câmara dos senadores. Em 1840 foi nomeado comandante militar da 7.ª divisão e governador da praça de Elvas (Local de onde as cartas são datadas).

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    Lote 55

    DIARIO ECCLESIASTICO PARA O REINO DE PORTUGAL principalmente para a Cidade de Lisboa. Para o ano de 1820. Bissexto. Ordenado pela Consegração do Oratorio de Lisboa.

    DIARIO ECCLESIASTICO PARA O REINO DE PORTUGAL principalmente para a Cidade de Lisboa. Para o ano de 1820. Bissexto. Ordenado pela Consegração do Oratorio de Lisboa. Lisboa. Impressão Régia. S. data. In-16º de 207 págs. Enc.

    Ilustrado com um mapa de Portugal em folha desdobrável a cores com buraco na zona do Alentejo. Revestido de bela encadernação inteira de pele vermelha e verde, com artísticos ferros a ouro na lombada e pastas, possuindo ao centro da pasta da frente o busto do Rei D. João VI e a de trás com o brasão de armas de Portugal e Brasil enquadrados por formosos ferros decorativos e com motivos florais. Dourado por folhas.

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    Lote 54

    DIARIO ECCLESIASTICO PARA O REINO DE PORTUGAL principalmente para a Cidade de Lisboa. Para o anno de 1822. Segundo depois do Bissexto. Ordenado pela Congregação do Oratorio de Lisboa.

    DIARIO ECCLESIASTICO PARA O REINO DE PORTUGAL principalmente para a Cidade de Lisboa. Para o anno de 1822. Segundo depois do Bissexto. Ordenado pela Congregação do Oratorio de Lisboa. Lisboa. Imprensa Nacional. S. data. In-16º de 201 págs. Enc.

    Sem o mapa de Portugal. Com algumas anotações marginais da época. Revestido de bela encadernação inteira de pele, com artísticos ferros a ouro na lombada e pastas, possuindo ao centro de ambas o brasão de armas de Portugal enquadrados por formosos ferros decorativos e com motivos florais.

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    Lote 38

    CHOROGRAPHIA DE ALGUNS LUGARES QUE STAM EM HUM CAMINHO QUE FEZ GASPAR BARREIROS Ó ANNO DE MDXXXXVJ.

    CHOROGRAPHIA DE ALGUNS LUGARES QUE STAM EM HUM CAMINHO QUE FEZ GASPAR BARREIROS Ó ANNO DE MDXXXXVJ. Coimbra. Por Ioã Aluarez, & por mandado do doctor Lopo de Barros do Desembargo d'el rei nosso senhor & conego da Se d' Euora, 1561. In-8º de [12], 247, [1] fls. Enc.

    Raríssima. Os fólios 113, 114, 119 e 120 copiadas à mão de caligrafia igual a do texto impresso. “Chorographia valem ainda hoje em dia, e tanto, que ainda há pouco se pôde seguramente estabelecer com a sua ajuda a autoria da famosa Crónica de D. Álvaro de Luna. Os geógrafos modernos consideram a Chorographia um livro em que a justeza da observação da natureza e dos acidentes geográficos denunciam um espírito superior largamente preparado para tais estudos”. Ostenta o ex-libris de Miguel Faria. Encadernação em pergaminho com ferros a ouro nas pastas e lombada e ao centro das pastas o superlibros de Miguel Faria em pele vermelha.

    Barbosa Machado 2, 335; Inocêncio 3, 123; 9, 412; Simões 68, 69, 70, 498

    Anselmo 80-83; D. Manuel 310; Palau 24654

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