Vicente Leilões Vicente Leilões

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Em destaque

  • Valor base:

    SENA, Jorge de. - OS PAINÉIS DITOS DE

    Lote 271

    41 Licitações

    São Paulo. 1963. In-8º de 333 a 358 págs. Br.

    Valorizado com dedicatória autografa do autor. Separata da "Revista de História. Ilustrado

  • Valor base:

    PESSOA, Fernando. - MENSAGEM.

    Lote 250

    20 Licitações

    Lisboa. Agência Geral das Colónias. 1941. In-8º de 103, [2] págs. Br.

    Segunda edição, hoje de grande raridade. Exemplar em magnifico estado de conservação.

  • Valor base:

    NERUDA, Pablo. - CANTO GENERAL.

    Lote 233

    20 Licitações

    Mexico. Imprenta "Juarez". 1950. In-4º de 447 págs. Br.

    Primeira edição. Muito Raro. O Canto General foi publicado clandestinamente fora do Chile, no México, por razões políticas, mas com o patrocínio do Partido Comunista daquele país. Trata-se da mais alta e significativa obra de Neruda, que nela reúne 15 Livros: La Lámpara em la Tierra; Alturas de Machu Picchu; Los Conquistadores; Los Libertadores; La Arena Traicionada; América, no Invoco tu Nombre en Vano; Canto General de Chile; La Tierra se llama Juan; Que despierte el Leñador; El Fugitivo; Las Flores de Punitaqui; Los Rios del Canto; Coral de Año Nuevo Para la Patria en Tinieblas; El Gran Océano; Yo Soy. É, talvez, a mais importante e afirmativa obra de Neruda com um acentuado cariz ético-socio-político, como foi grande parte da sua poesia, mas sempre contendo uma imensa, e terna humanidade, carinho, e solidariedade afectiva, que nenhuma das suas obras dispensa. Não deixa, à sua maneira, de ser um livro épico de um dos maiores poetas de sempre, Prémio Nobel da Literatura de 1971, com milhões de leitores em todo o mundo. Com dezassete ilustrações dos famosos pintores mexicanos David Alfaro Siqueiros e Diego Rivera e com uma fotografia preliminar do Poeta e outra, na última página, com sua mulher, Matilde Urrutia.Exemplar em perfeito estado de conservação e por abrir. Exemplar acondicionado em caixa de proteção própria em chagrin negro com ferros a ouro na lombada. Assinada pela Invicta Livro.

  • Valor base:

    LORCA, Francisco Garcia. POETA EN NUEVA YORK por Federico Garcia Lorca. Con Cuatro Dibujos Originales. Poema de Antonio Machado. Prólogo de Jose Bergamin.

    Lote 225

    2 Licitações

     Mexico. Editorial Seneca. 1940. In-4º de 187 págs. Enc.

    Rara. Primeira edição Ilustrada, e primeira edição exclusivamente em espanhol, seguindo a edição bilíngue espanhol-inglês traduzida por Rolfe Humphries e publicada apenas algumas semanas antes em Nova York. Com quatro ilustrações em separado a partir de desenhos de Garcia Lorca, duas coloridas e duas em preto e branco. Frontispício impressa em preto e vermelho. Tiragem reduzida e procurada. Exemplar muito bem conservado e por aparar. Encadernação inteira de pele vermelha, com ferros a seco nas pastas e nas seixas e ferros a ouro na lombada.

  • Valor base:

    FERREIRA, Vergílio. - O CAMINHO FICA LONGE. Romance.

    Lote 208

    24 Licitações

    Lisboa. Inquérito. 1943. In-8º de 316, [2] págs. Br.

    Primeira edição. Este primeiro romance do autor foi na época proibido pela censura, sendo atualmente de grande raridade. Integrada na Biblioteca da Nova Geração. Capas de brochura com insignificantes defeitos.

  • Valor base:

    VALENTE, A. J. - ANGOLA E CONGO.

    Lote 405

    15 Licitações

    Quatrocentos annos depois. Historia antiga e moderna. A Questão do Zaire. Breves reflexões sobre os portos do norte da costa occidental da Africa Portugueza que fazem parte dos Estados Portuguezes de Angola e Congo. Coordenação de algumas doutrinas e documentos relativos aos direitos legítimos de Portugal aos mesmos territórios, consideradas e compiladas por occasião da invasão de Brazza e da Associação Internacional. As nossas últimas ocupações ao Norte do Zaire. As pretenções da Associação Internacional Africana e a pendência com Portugal. O Congresso e o Tratado de Berlim, por... Lisboa. Tipografia Rua da Atalaya. 1887. In-8º de 501, [4] págs. Enc.

    Ilustrado com um retrato do autor e gravuras e mapas no texto e em separa. Dedicatória do autor ao Conselheiro Julio Marquez de Vilhena, Ministro do Estado. Encadernação editorial em tela.

  • Valor base:

    GAMITTO, Major A. C. P. - O MUATA CAZEMBE E OS POVOS MARAVES, CHÉVAS, MUIZAS, MUEMBAS, LUNDASA E OUTROS DA AFRICA AUSTRAL.

    Lote 344

    21 Licitações

    Diário da Expedição Portugueza Comandada pelo Major Monteiro e dirigida aquelle Imperador nos de 1831 e 1832. Redigida pelo... Com um mappa do Paiz observado entre Tete e Lunda. Lisboa. Imprensa Nacional. 1854. In-8º de XXV, 501, [2] págs. Enc.

    Primeira edição. Muito rara. Ilustrada com 1 mapa em folha desdobrável de grandes dimensões e 21 gravuras extra-texto coloridas a mão, que representam os usos e costumes destes povos. Encadernação da época inteira de marroquim, com ferros a ouro na lombada, pastas e seixas, possuindo em ambas as pastas o brasão do Rei D. Pedro V. Guardas em seda. Dourado por folhas.  Magnifico exemplar que pertenceu a Biblioteca de F.G. Perry Vidal, cujo ex-libris ostenta.

  • Valor base:

    CARVALHO, Henrique Augusto Dias de. - EXPEDIÇÃO PORTUGUEZA AO MUATIÂNVUA. Ilustrações de H. Casanova. Volume I (ao volume VIII).

    Lote 314

    9 Licitações

    Lisboa. Imprensa Nacional. 1890. 8 Vols. In-8º. Encs.

    Vol. I: De Loanda ao Cuango ; Vol.II: Do Cuango ao Chicapa ; Vol.III: Do Chicapa ao Luembe ; Vol.IV: Do Luembe ao Calanhi e Regresso a Lisboa; Vol. V:Ethnographia e Historia Tradicional dos povos da Lunda; Vol. VI: Os Climas e as Producções das Terras de Malange á Luanda; VII: Meteorologia Climalogia e Colonisação; VIII: Methodo pratico para fallar a lingua da Lunda, contendo narraçoes historicas dos diversos povos. Ilustrados em separado e com mapas em folhas desdobráveis, alguns com rasgões nas dobras. Assinatura nos frontispícios. Encadernações em sintético, sem capas.

  • Valor base:

    WAHLEN, Augusto. - COSTUMES USOS E TRAJOS DE TODO O MUNDO EM FACE DE DOCUMENTOS AUTHENTICOS E DAS MAIS RECENTES VIAGENS.

    Lote 141

    1 Licitação

     Publicado por... Traduzidos do francez por Francisco Ludovino de Sousa Freitas Sampaio. I – Asia.  Lisboa. Typographia Lisbonense. 1872. In-8º de 421, [1] págs. Enc.

    É apenas o primeiro volume referente a Asia. A coleção completa e composta por 5 volumes.  Ilustrada com 18 litografias primorosamente coloridas, que reproduzem costumes e trajes dos diversos povos do mundo. Encadernação artística inteira de marroquim com ferros a ouro na lombada, pastas e seixas, possuindo na pasta da frente o brasão do Rei D. Luis I. Dourado por folhas.

  • Valor base:

    MANUSCRITO. MARILIA DE DIRCEU.

    Lote 83

    1 Licitação

    In-8º de 115 págs. Enc.

    Importante e curioso manuscrito ilustrado com 6 gravuras da época, algumas coloridas, coladas sobre páginas em branco. O manuscrito apresenta duas partes, a primeira com o mesmo número de Lyras [33] que contém edição a portuguesa de Rodrigues Lapa e a segunda com 41 Lyras, tendo a de Rodrigues Lapa apenas 38, apresentando uma terceira parte, sendo que as Lyras 3, 7 e 8 dessa terceira parte integram a segunda parte deste manuscrito que inclui outras não existentes nesta edição lisboeta da Livraria Sá da Costa (Lisboa), de 1937. Por outro lado, na primeira parte existe grande diferença na ordem dos poemas, o que significa dizer que NÃO É O MESMO CORPO APRESENTADO NA PRIMEIRA EDIÇÃO, dado que Lapa confessa ter seguido a primeira edição para a sua primeira parte. No entanto, não fazem sentido tão significativas diferenças na primeira parte, a não ser que o manuscrito seja anterior à data da edição original e tenha sido alterado, modificado, para a primeira publicação. É também muito diferente da edição de L. Norberto de Souza S., do Rio de Janeiro, 1862, e de todas as edições atrás mencionadas. TOMÁS ANTÓNIO GONZAGA nasceu no Porto em 1744, e morreu na Ilha de Moçambique em 1810. Filho e neto de magistrados do Brasil, onde estudou no Colégio dos Jesuítas da Baía, voltou a Portugal, no começo da década de 60, para estudar direito em Coimbra, tendo acabado o curso em 1768. Esta data, segundo disse Alexandre Pinheiro Torres, é muito importante porque 1768 foi o ano em que, em Coimbra, na Tipografia de Luís Seco Ferreira, foram impressas as OBRAS POÉTICAS de Claúdio Manuel da Costa, cujo “Prólogo ao Leitor” é uma declaração quase polémica de novos princípios poéticos. Em 1782, regressa ao Brasil, indo para Vila Rica, como ouvidor e procurador de defuntos e ausentes. Aí encontra Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Saturnio) e Alvarenga Peixoto, com eles formando um grupo fechado e unido nas ideias poéticas e nas aspirações políticas e sociais. É, também aí, que encontra aquela que será a sua musa inspiradora, Maria Joaquina Doroteia de Seixas, por quem se apaixona perdidamente, e que será o modelo vivo da sua “Marília de Dirceu” que é o livro de poesia mais editado em língua portuguesa e, para esse êxito único, vê José Régio sérios fundamentos. A mais famosa obra lírica do século XVIII, escrita em parte na prisão, teve a sua primeira edição, impressa, no ano de 1792. Esta edição contém duas partes, tal como outras quatro: a da Imprensa Régia, de 1812; a da Bahía, de 1815; as duas lacerdinas de 1811 e 1819. Em 1800 apareceu uma terceira parte e, assim, se reimprimiram as edições nunesianas de 1802, 1823, 1824 e 1825; as rollandianas de 1820, 1827 e 1840, a régia de 1827, a bahiana de 1835 e a fluminense de 1845. Segundo J. Norberto de Souza S., a primeira edição reputada como original, é a de Bulhões, e foi publicada em cadernos, contendo unicamente as duas primeiras partes, tendo apenas as iniciais do nome do autor, e assim, com essas duas partes se fizeram ainda quatro edições; a da Imprensa Régia de 1812 e a de Serra, na Bahia, de 1813, bem como as duas lacerdinas de 1811 e 1819, dirigidas por críticos de grande rigor. O manuscrito terá pertencido a um cidadão brasileiro, que o vendeu à Livraria Antiquária Artes & Letras, na época no Largo Latino Coelho, vulgo Largo da Misericórdia onde agora possuidor o comprou mais tarde. O manuscrito coevo, é no seu conjunto uma verdadeira joia e uma irresistível peça bibliográfica: lindíssima caligrafia e miolo limpíssimo, inexcedível conservação. Encadernação em marroquin vermelho, decorada com ferros gravados a ouro na lombada e pastas, bastante semelhante à encadernação que reveste um importante manuscrito de Tomás António Gonzaga e oferecido por este a Sebastião José de Carvalho e Melo, intitulado Direito natural acomodado ao Estado Civil Catholico, e que se encontra entre os Reservados da Biblioteca Nacional [cota PBA 39].

  • Valor base:

    ESTAÇO, Gaspar. - VARIAS ANTIGUIDADES DE PORTVGAL. AVTOR ... Junto com: TRATTADO DA LINGAGEM DOS ESTAÇOS, NATVRAES DA CIDADE D'ÉVORA. O QVAL CONTEM HVA DEFENSAM DA NOBREZA DO SANGUE, E OUTRA DAS ARMAS, COM O PRINCIPIO DAS INSIGnias das familias particulares. isto ê, quando, e por quem foram introduzidas.

    Lote 44

    1 Licitação

     Lisboa. Por Pedro Crasbeeck Impressor del Rey. 1625. In-4º de 12, 332, [24] págs. e 52 págs. Enc.

    As duas obras da edição original, da autoria do irmão de Baltasar Estaço, natural de Évora, que contém valiosas informações históricas e corográficas sobre história da Igreja portuguesa, a fundação da nacionalidade, etc. Os dizeres dos frontispícios dentro de uma tarja xilográfica. Exemplar muito limpo e em bom estado de conservação. Encadernação da época inteira de carneira. Samodães, 1134; Inocêncio, Tomo III, págs. 128 e 129; Arouca, 63.

  • Valor base:

    ENCADERNAÇÃO. - Monumental encadernação artística assinada pelo Mestre Império Graça e Carlos Graça.

    Lote 42

    1 Licitação

    Encadernação em madeira com artísticos ferros a ouro, prata, e chapas embutidos com cores vermelha e verde nas pastas, lombada e seixas. 10 ferros de proteção que não deixam riscar e danificar as pastas, assim como os cantos com chapas metálicas. Interior da caixa em veludo com ferros a seco com corda dourada. Com falta de um feixo de fácil reprodução. Com pequenas letras a ouro na parte superior da pasta de trás "Estojo para guardar manuscritos históricos" e na parte de baixo "Trabalho muito especial do Mestre Império Graça e Carlos Graça. Lisboa 2008". Considerados por muitos dos melhores encadernadores de Portugal de todos os tempos

  • Valor base:

    CONSTITVIÇÕES DO ARCEBISPADO DE LISBOA assi as antigas como as extruagantes primeyras & segundas. Agora nouamente impressas por mandado do Illustrissimo & Reuerendissimo senhor dõ Migel de Castro Arcebispo de Lisboa

    Lote 32

    5 Licitações

    Impresso em Lisboa por Belchior Rodrigues impressor. 1588. In-4º de [2], 90, [8], 10, [4], 26 Fls. Enc.

    2ª edição. Extremamente rara. Ilustrado com belos brasões tipografados nas folhas de rosto, encontrando-se um brasão delineado manualmente e outro brasão iluminado com cores e esmaltes, sendo os brasões das Constituições Extravagantes do Cardeal Infante D. Henrique. Esta é a primeira das três obras conhecidas que saíram dos prelos de Belchior Rodrigues. Com assinaturas a tinta no frontispício e manchas de humidade. Encadernação inteira de pele. Acondicionado em caixa própria. Inocêncio II, 105 (426). - Monteverde 179 (1764). - Ameal 165 (673). - Samodães 242 (863). - Anselmo 291 (997). - Dom Manuel III, 232-196. - Palha 333. - M. dos Santos Nº 6 (3646).

  • Valor base:

    ARRAIS, Frei Amador. - DIALOGOS DE DOM FREI AMADOR ARRAIZ BISPO DE PORTALEGRE.

    Lote 10

    1 Licitação

     Coimbra. Em casa de Antonio de Mariz, Impressor. 1589. In-8º de [II], 307, [I] fls. Enc.

    Edição original quinhentista muito rara dos «Diálogos». Obra prima da literatura portuguesa dividida em oito diálogos: 1 - Queixas dos enfermos e cura dos médicos; 2 - Da gente Judaica; 3 - Da glória e triunfo dos Lusitanos; 4 - Em duas partes: Das condições do bom príncipe e da consolação para a hora da morte. 5 - Da paciência e fortaleza Cristã. 6 - Do testamento Cristão. 7 - Da invocação de nossa Senhora. Obra escrita no âmbito da Contra-Reforma e um documento que bem traduz a mentalidade da época, à qual não é alheia algum antissemitismo e uma tendência para citar autores clássicos, como influência da corrente humanística. Fr. Amador Arrais (Beja ca.1530 - Coimbra 1600), carmelita calçado, professou a 30 de Janeiro de 1546. Figura de grande envergadura intelectual no século XVI e eloquente orador, foi pregador régio, coadjutor do cardeal D. Henrique e bispo de Portalegre (1581-1596). Contribuiu para o resgate dos prisioneiros de Alcácer Quibir, resignou ao bispado de Portalegre e viveu os seus últimos anos no Colégio do Carmo de Coimbra. Encadernação recente em inteira de pele, com ferros a ouro na lombada e decoração a seco e a ouro nas pastas. Cortes das folhas carminados. Inocêncio, I, p. 52. Anselmo, 894. BN (Séc. XVI), 32. Biblioteca de D. Manuel II, 25.

    Exemplar em perfeito estado de conservação.

    Peça de coleção.

  • Valor base:

    ALBUNS JAPONÊSES UKIYO Séc. XIX.

    Lote 3

    24 Licitações

     Conjunto de 2 livros japoneses de Kawanabe kyosai da série “One hundred pictures”. Ilustrados com 67 gravuras coloridas de página inteira e 2 páginas de texto. Kyosai, foi um artista japonês, nas palavras do historiador de arte Timothy Clarke, "um individualista e independente, talvez o último virtuoso da pintura tradicional japonesa".

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