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Lote 138
NEGREIROS, Antônio Thomaz de. - TRATADO DE OPERAÇÕES DE BANCO, OU DIRECTORIO DE BANQUEIROS, extraídos dos melhores authores, e dedicado ao Conde dos Arcos.
NEGREIROS, Antônio Thomaz de. - TRATADO DE OPERAÇÕES DE BANCO, OU DIRECTORIO DE BANQUEIROS, extraídos dos melhores authores, e dedicado ao Conde dos Arcos. Bahia. Typographia de Manoel Antonio da Silva Serva. 1817. In-8º de VIII, 151, [3] págs. Enc.
Muito raro e uma das obras mais importantes da história económica e da imprensa do Brasil e de Portugal. Trata-se de um incunábulo brasileiro (impresso nos primeiros anos da tipografia no Brasil) e que raramente aparecem no mercado. Os exemplares conhecidos estão quase exclusivamente em coleções institucionais ou bibliotecas nacionais. Compilação e regras sobre operações bancárias, câmbios e saques de letras de acordo com os usos das praças comerciais da época. O autor, nasceu na cidade do Porto, fixou-se na Bahia por volta de 1815, onde se destacou como comerciante, publicista e editor do periódico O Baluarte Constitucional em 1822. A obra foi dedicada ao Conde dos Arcos na altura era o Governador e Capitão-General da Capitania da Bahia e que foi o último vice-rei do Brasil. Rubrica no frontispício. Encadernação da época com defeitos.
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Lote 214
WELWITSCH, Friedrich Martin Josef. - SERTUM ANGOLENSE, Sive stirpium quarundam novarum vel minus cognitarum in itinere per Angolam et Benguellam observatarum descriptio iconibus illustrata.
WELWITSCH, Friedrich Martin Josef. - SERTUM ANGOLENSE, Sive stirpium quarundam novarum vel minus cognitarum in itinere per Angolam et Benguellam observatarum descriptio iconibus illustrata. Londini. 1869. In-4º. Enc.
Raro. Volume XXVII da coleção referente a Angola. Ilustrado com 26 estampas litográficas no final e em separado. flores de Angola é uma obra científica redigida em latim, que é um dos resultados da viagem de investigação botânica nas terras de Angola e de Benguela. Regista as espécies menos conhecidas que identificou durante a referida viagem de estudo, com observações e descrições. Nas primeiras 10 páginas o autor descreve a geografia e a distribuição da flora de Angola em 3 níveis de altitude. Menciona os anteriores investigadores: Hooker, Bentham, Candole, Olivier (do qual descreve nesta obra algumas plantas por este identificadas), e ainda Reichenbach. Reconhece a ajuda científica fundamental de Hooker e de Olivier curadores dos Jardins de Kew e do seu Herbário; e de Bennet e de Carruthers curadores do Museu Britânico e do seu Herbário. O autor reconhece o patrocínio fundamental do Rei de Portugal (que eram nomeadamente D. Pedro V à data da expedição; e D. Luis I à data da publicação desta memória científica). A última gravura com picos de acidez. Encadernação meia de pele.
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SOUSA, D. António Caetano de. - MEMORIAS HISTÓRICAS, E GENEALOGICAS DOS GRANDES DE PORTUGAL, QUE CONTÉM A ORIGEM, E ANTIGUIDADE de suas Familias: os Estados, e os Nomes dos que actaulmente vivem, suas Arvores de Costado, as allianças das Casas, e os Escudos de Armas, que lhes competem, até o anno de 1738.
SOUSA, D. António Caetano de. - MEMORIAS HISTÓRICAS, E GENEALOGICAS DOS GRANDES DE PORTUGAL, QUE CONTÉM A ORIGEM, E ANTIGUIDADE de suas Familias: os Estados, e os Nomes dos que actaulmente vivem, suas Arvores de Costado, as allianças das Casas, e os Escudos de Armas, que lhes competem, até o anno de 1738. Lisboa. Na Officina de Antonio Isidoro da Fonseca. 1742. In-8º de [40], 601, [4] págs. Enc.
Primeira edição. Rara. Ilustrada com os brasões de armas das famílias tratadas na obra. Trabalho valioso do autor da História Genealógica da Casa Real Portuguesa. Bem conservado apenas com uma mancha de acidez da página151 a 292. Encadernação da época inteira de pele, com alguns defeitos. Inocêncio, Tomo I, pág. 102.
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QUEIROZ, João Pinto de. - DIABO COXO. Offerecido aos verdadeiros constitucionaes. Nº1 (ao 49).
QUEIROZ, João Pinto de. - DIABO COXO. Offerecido aos verdadeiros constitucionaes. Nº1 (ao 49). Lisboa. Impressão Liberal. 1822. 49 nos. In-8º de 392 págs. Br.
Coleção completa. Muita Raro. Periódico político e satírico de propaganda liberal. Época conturbado e de viragem nas correntes políticas nacionais da monarquia absolutista para a fase liberal. Bem conservado apenas com falta de pedaço de papel na margem superior do frontispício, possivelmente para cortar uma assinatura.
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PARODIA (A). Publica-se ás quartas-feiras. Caricaturas de Raphael Bordallo Pinheiro e Gustavo Bordallo Pinheiro. Editor: Candido Chaves. Nº 1 - Lisboa. 17 de Janeiro. 1900 (ao Nº 155 - 31 de Dezembro de 1902).
PARODIA (A). Publica-se ás quartas-feiras. Caricaturas de Raphael Bordallo Pinheiro e Gustavo Bordallo Pinheiro. Editor: Candido Chaves. Nº 1 - Lisboa. 17 de Janeiro. 1900 (ao Nº 155 - 31 de Dezembro de 1902). Lisboa. 1900 (a 1903). 3 Vols. In-4º Encs.
Coleção incompleta desta Rara obra, a que faltam os anos de 1903 a 1907. Impressão executada a várias cores. Encadernações em sintético. Bem conservados.
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Lote 132
MELO, Manuel Soares de Albergaria Paes de. - SOARES DE ALBERGARIA (SUBSIDIOS PARA A SUA HISTÓRIA). Prefácio de Luiz Bivar Pimentel Guerra.
MELO, Manuel Soares de Albergaria Paes de. - SOARES DE ALBERGARIA (SUBSIDIOS PARA A SUA HISTÓRIA). Prefácio de Luiz Bivar Pimentel Guerra. Lisboa. Edição do Autor. 1952. In-8º de 481 págs. Br.
Raro. Ilustrado com 35 estampas em separado e 48 árvores de costado desdobráveis. Edição limitada de 300 exemplares, este com o nº212, sendo a receita líquida desta obra destinada pelo autor a obras de beneficência das freguesias de Currelos, Oliveira do Conde e Midões. Capa de brochura com defeitos.
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Lote 125
Manuscrito. BASTO, Fr. Gabriel de Basto. - ENSAYOS SOBRE AS VANTAGENS DO GOVERNO MONARCHICO dados á Luz, e oferecidos ao Excellentissimo Senhor Visconde de Villa Nova de Cerveira...
Manuscrito. BASTO, Fr. Gabriel de Basto. - ENSAYOS SOBRE AS VANTAGENS DO GOVERNO MONARCHICO dados á Luz, e oferecidos ao Excellentissimo Senhor Visconde de Villa Nova de Cerveira, do Conselho de Sua Magestade, seu Mordomo Mór, Primeiro Ministro, e Secretario d' Estado, da Repartição do Real Erario, &.c. por Fr. Gabriel de Basto da Ordem de Sao Francisco e da Província da Soledade
Séc. XVIII / XIX. In-4º de 107 págs. Enc.
Manuscrito curioso e de fácil leitura que julgamos ser do final do século XVIII ou início do XIX. O autor, franciscano português ligado à Província de Nossa Senhora da Soledade, uma importante circunscrição da Ordem dos Frades Menores (conhecidos popularmente como franciscanos descalços ou capuchos). Devido às invasões francesas e às revoluções liberais, clérigos e frades franciscanos em Portugal produziram diversos sermões, ensaios e panfletos. O objetivo era defender que a monarquia tradicional e católica era o único governo legítimo, ligando a soberania do Rei diretamente à Providência Divina. Encadernação da época inteira de carneira, com defeito na lombada
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LIVRO DE MEMÓRIAS DA VIAGEM DE HANS STADEN. Séc. XVII.
manuscrito. LIVRO DE MEMÓRIAS DA VIAGEM DE HANS STADEN. Séc. XVII. In-4º de 51 fólios. Enc.
Manuscrito curioso do relato deste aventureiro durante as suas viagens e a sua estadia no Brasil. Descreve várias ilhas e costumes dos povos por onde passou. Descreve também o navegador inglês Francis Drake a interagir com populações nativas da América, detalhando os seus rituais, habitações ("choupanas"), vestuário ("pelles de veado") e a entrega de "coroas".
Hans Staden (ou João Estádio, em português arcaico). Veio para Portugal com a intenção de viajar para as Índias, mas acabou por viajar para o Brasil. Embarcou em abril de 1548, num navio mercante português comandado pelo capitão Penteado. A frota tinha como objetivos transportar colonos, recolher pau-brasil e combater navios piratas franceses que contrabandeavam na costa brasileira.
O navio chegou ao Cabo de Santo Agostinho (Pernambuco) em janeiro de 1549, após cerca de 8 meses de viagem (com paragens em Cabo Verde). Ao desembarcarem, o governador local pediu ajuda urgente aos tripulantes, a vila de Igaraçu estava sitiada por cerca de 8.000 indígenas da tribo dos Caetés. Staden e um grupo de cerca de 40 homens armados reforçaram a defesa da vila. Graças às armas de fogo e à tática militar, conseguiram romper o cerco e salvar os colonos portugueses.
Ficou famoso por sobreviver a nove meses de cativeiro entre os índios Tupinambás, que praticavam rituais de antropofagia (canibalismo).
Staden foi surpreendido e cercado por um grupo de guerreiros Tupinambás que estavam escondidos na mata. Os Tupinambás eram inimigos mortais dos colonos portugueses e aliados dos franceses. Hans Staden tentou correr, mas foi derrubado, despido e amarrado. O seu escravo tentou defendê-lo, mas acabou por ser morto no local. Pouco depois da sua chegada, uma forte epidemia de peste e disenteria atingiu a aldeia, matando vários membros da tribo, incluindo o chefe local. Staden convenceu os indígenas de que o Deus dele estava profundamente zangado com os Tupinambás por quererem matá-lo, e que aquela doença era um castigo divino. Graças a este estatuto de "prisioneiro sagrado" e temido, Hans Staden conseguiu manter-se vivo na aldeia durante nove longos meses. Ele foi obrigado a testemunhar o sacrifício e a antropofagia de outros prisioneiros (indígenas de tribos inimigas e portugueses), vivendo sob o terror constante de ser o próximo.
Transcrevemos alguns enxertos:
“e navegando com bom tempo cheguei à cidade de Setúbal aos 14 de Março do ano de 1547. Daqui caminhando algumas léguas cheguei a Lisboa, na dita cidade me detive algum tempo...”
“Chegou-se a mim uma velha, e começou a arrancar-me as pestanas e sobrancelhas, e queria também arrancar-me a barba, mas eu não quis consentir... e assim andaram os dias e depois me rapavam com uma navalha que os Franceses lhes deram."
"...chorando as sepulturas dos maridos, cortados os cabelos por baixo do som... e espalhando-os pelas sepulturas, põem os adornos nas sepulturas... as armas dos maridos, e as conchas por que bebiam o vinho... dos seus maridos eram vários e valerosos, feitos estas covas... mas não querem casar legítimas vezes se não tornam a crescer as unhas dos dedos, as quais cobrem os ombros, também deixam crescer as unhas das mãos, e dos pés, e as pontas das ditas... para que fiquem mais agudas; e isto o fazem principalmente as mulheres, porque se podem agarrar de todos os inimigos..."
Algumas folhas com a tinta oxidada que fez furos no papel, a última folha com restauro e perda de texto. Encadernação inteira de pele, com ferros a ouro na lombada e pastas.
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Lote 72
DINIS, Júlio. - SERÕES DA PROVINCIA.
DINIS, Júlio. - SERÕES DA PROVINCIA. As apprehensões de uma mãe. O espolio do Senhor Cypriano. Os novellos da tia Philomela. Uma flor d´entre o gelo. Porto. Viuva Moré, Editora. 1870. In-8º de VII. 286, [1] págs. Enc.
Edição primitiva. Rara. Assinatura no frontispício e restauro marginal na última folha sem perda de texto. Com algumas manchas de acidez. Encadernação da época meia de pele, com alguns defeitos. Sem capas.
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Lote 68
DIÁRIO DA CAMAREIRA MOR DA RAINHA D. MARIA PIA.
DIÁRIO DA CAMAREIRA MOR DA RAINHA D. MARIA PIA
Relato das viagens da Rainha e do Infante D. Afonso a Espanha, França, Alemanha em 1888.
Curioso livrinho com 25 páginas de apontamentos da Camarista organizando a viagem da Rainha, com o que era necessário levar, ser preparado e o relato da viagem, que durou vários meses, passando por Avila, Madrid, Paris, Bordéus, Praga, Turim, Frankfurt, Nuremberga, Viena, etc…
“O Rei D.Luís embarcou no couraçado Vasco da Gama até Marselha. Acompanharam o Rei até ao arsenal, a Rainha D.Maria Pia, os Duques de Bragança e o Infante D.Afonso.
A Rainha D.Maria Pia e o Infante D.Afonso seguiram directamente para Paris, onde foram esperados pela condessa de Valbom. A Rainha D. Maria Pia e o Infante D.Afonso ficaram entre três a quatro dias nesse país, seguindo depois até Gastein, por Strasburgo, Francfurt, Praga e Viena.
12 de julho - Visita à Alemanha: O Rei D.Luís foi recebido pelo Imperador da Alemanha na estação. A Rainha D.Maria Pia e o Infante D.Afonso chegaram a Strasburgo no mesmo dia, sendo recebidos pelo ministro português na Alemanha, o marquês de Penafiel. O Rei de Portugal almoçou com o Imperador da Alemanha no seu palácio e depois assistiu a uma missa.
Em Viena, os Reis de Portugal e o Infante D.Afonso receberam a visita da arquiduquesa Elisa e de outras pessoas da corte austríaca. No dia 20 jantaram no Luxemburgo com o príncipe e a princesa imperial, que vieram expressamente de Ischl. No dia 21 assistiram à soiree dada em sua honra pelos arquiduques Renier. No dia 22 partiram para Gastein, a Rainha D.Maria Pia e o Infante D .Afonso. O Rei D. Luís partiu para Simbach, na fronteira da Baviera, seguindo para Munique, onde ficaram dois dias. Visitou vários edíficios públicos, e assistiu a uma recita do teatro, onde foi cumprimentar ao camarote o Rei Luís Fernando. No dia 25 de manhã partiu para Nutemberg, hospedando-se no Hotel da Baviera. Foi visitar várias antiguidades históricas, e no dia seguinte partiu para Reinhardsbrum, indo visitar o duque Ernesto de Saxe-Coburgo Gotha no seu castelo. Houve depois uma grande caçada.”
O livrinho relata algumas partes destas viagens que a corte fez nestes meses.
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Lote 66
CUNHA, D. Rodrigo da. - HISTORIA ECCLESIASTICA DA IGREJA DE LISBOA. Vida, e acçoens de seus Prelados, & varões eminentes em santidade, que nella florecerão...
CUNHA, D. Rodrigo da. - HISTORIA ECCLESIASTICA DA IGREJA DE LISBOA. Vida, e acçoens de seus Prelados, & varões eminentes em santidade, que nella florecerão: offerecida ao Duque de Aveiro Dom Raymundo de Lancastro escrita em dous volumes, por D. Rodrigo da Cunha Arcebispo metropolitano de Lisboa, do Conselho d estado de sua Magestade. Primeiro volume. Contem duas partes. Primeira da fundaçaõ de Lisboa, atê ser ganhada aos Mouros por el Rey Dom Affonso Henriques. Segunda. Do tempo do mesmo Rey, até o reynado delRey D. Joaõ o I. em que foy levantada em metropolitana. Lisboa. Manoel da Sylua. 1642. In-Fólio de [2], 300 Fls. Enc.
RARA. Primeira edição. Só foi publicado este volume que, por morte do autor, foi dado á luz pelo Padre Jesuíta José d'Escobar. Emoldurada por filete duplo com vinhetas tipográficas. Bom exemplar apenas com acidez em algumas folhas. Encadernação mais recente em inteira de pele com ferros a ouro na lombada e pastas.
Barbosa Machado 3, 643-644; Inocêncio 7, 168; Palha 3, 2409; Monteverde 1966; Samodães 975; Ameal 751; Avila Perez 2151; Arouca C 794
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Lote 41
CASTELLO BRANCO, Camillo. - A QUEDA D'UM ANJO. Romance.
CASTELLO BRANCO, Camillo. - A QUEDA D'UM ANJO. Romance. Lisboa. Livraria Campos Junior - Editor. 1866. In-8º de 268, [4] págs. Enc.
1ª edição. Rara. Exemplar limpo e bem conservado. Ex-libris a óleo no frontispício. Encadernação recente em meia de pele, sem capas.
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26 LicitaçõesValor base:
Lote 37
CASTELLO BRANCO, Camillo. - DUAS HORAS DE LEITURA.
CASTELLO BRANCO, Camillo. - DUAS HORAS DE LEITURA. Porto. Na Typographia de J. A. de Freitas Junior. 1857. In-8º de 159 págs. Enc.
Primeira edição. Muito rara. Frontispício com defeitos, assinatura de João de Meira (João Monteiro de Meira, foi um proeminente médico, historiador, professor e escritor português natural de Guimarães) e restauro marginal, miolo limpo. Encadernação da época meia de pele com alguns defeitos. Sem capas de brochura.
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17 LicitaçõesValor base:
Lote 25
BOTELHO, J. J. Teixeira. - HISTORIA POPULAR DA GUERRA DA PENINSULA. Primeiro prémio no Concurso histórico-literário, comemorativo do centenário das Campanhas Peninsulares.
BOTELHO, J. J. Teixeira. - HISTORIA POPULAR DA GUERRA DA PENINSULA. Primeiro prémio no Concurso histórico-literário, comemorativo do centenário das Campanhas Peninsulares. Porto. Livraria Chardron. 1915. In-8º de VIII, 651 págs. Enc.
Edição apreciada. Ilustrado no texto. Frontispício com defeitos. Encadernação inteira de pele com ferros a ouro na lombada e pastas.
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Lote 23
BOLETIM DA DIRECÇÃO GERAL DOS EDIFICIOS E MONUMENTOS NACIONAIS. Nº I (ao Nº131 + Castelos Medievais de Portugal e 15 Anos de Obras Públicas.).
BOLETIM DA DIRECÇÃO GERAL DOS EDIFICIOS E MONUMENTOS NACIONAIS. Nº I (ao Nº131 + Castelos Medievais de Portugal e 15 Anos de Obras Públicas.). Lisboa. 1935 (a 1985). 133 Nos. In-4º Brs.
Coleção completa. Publicação valiosa. Ilustrados com centenas de gravuras impressas em papel couché. Alguns números com alguns defeitos nas capas mas em geral bem conservados.
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Lote 22
BIBLIA BREVES IN EADEM ANNOTATIONES, EX DOCTISS. INTERPRETATIONIBUS, ET HEBRAEORUM COMMENTARIIS. Interpretatio propriorum nominum Hebraicorum. Junto com: NOVUM TESTAMENTUM BREVES in eodem annotatones, ex doctis, interpretationibus, et hebraeorum commentariis.
BIBLIA BREVES IN EADEM ANNOTATIONES, EX DOCTISS. INTERPRETATIONIBUS, ET HEBRAEORUM COMMENTARIIS. Interpretatio propriorum nominum Hebraicorum. Venundantor Venetiis. In Taberna Libraria Divi Bernardini. 1538. In-8° de [8],471 fls.
Junto com: NOVUM TESTAMENTUM BREVES in eodem annotatones, ex doctis, interpretationibus, et hebraeorum commentariis. No final o seguinte registo: Venctiis per D. Bernardinum Stagnium. 1538. In-8° de 115, [45] fls.
Bela edição com frontispícios gravados, a primeira obra com bela gravura sobre madeira, a segunda com uma figura de Cristo. Iniciais de desenho de fantasia, gravadas sobre madeira. Ocasionais manchas de humidade, sinais de algum manuseamento.
Pequeno rasgão na margem inferior da fl. 112 da 2ª parte da Bíblia, ou seja, o Novo Testamento. Rasgão com perda de papel e prejuízo de algumas letras do texto na fl. 391 da 1ªParte ou Velho Testamento. Exemplar bastante aparado nas respetivas margens sem prejuízo da composição do texto.
Encadernação inteira de carneira mosqueada, setecentista, com a respetiva lombada danificada. Corte das folhas carminado.

