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LEILÃO 68 - LIVRO ANTIGO, MANUSCRITOS, POESIA, SURREALISMO, REVISTAS, COLÓNIAS E VÁRIA. (Lote 1 termina quinta-feira dia 26 de março as 21:30).
Informamos os nossos estimados clientes e amigos que estaremos encerrados para férias da Pascoa de 30 a 6 de abril
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Lote 101
MANUSCRITO. D. MANUEL. 1501
MANUSCRITO. D. MANUEL. 1501
Carta de sentença de um libelo em que eram autores os povos da Comarca de Entre Douro e Minho, e o reu António de Sousa, Fidalgo da Casa do Rei, que era acusado de levantar indevidamente portagem nas mercadorias que se vendiam nas feiras de São Lourenço e Santa Cruz de Castelos na terra de Lousada, e também de cobrar aos habitantes de Lousada, foros que não lhe eram devidos.
23 de fevereiro de 1501. 60 x 78 cm.
Manuscrito de grandes dimensões em pergaminho, assinado pelo tabelião e pelo notário no verso.
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Lote 102
MANUSCRITO. POSTURA DA CAMARA DE GOES. PESCA. 1551
MANUSCRITO. PESCA. 1551
Postura (Álvara) da Camara de Goes, confirmada por El-Rei D. Afonso V, ordenando que ninguém possa pescar no Rio Cea com redes ou outras qualqueres armadilhas desde o dia 1 de fevereiro até ao fim de Maio
Gois. 4 de abril de 1551.
Manuscrito em papel.
€ 150
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Lote 103
MANUSCRITO. AUTO DE FÉ - SENTENÇA. 1626
MANUSCRITO. AUTO DE FÉ - SENTENÇA. 1626
Auto de Fé datado na Cidade de Évora a Luis de La Penha, acusado de proferir orações que não se percebiam e de invocar o Diabo para curar os efermos. Évora, 22 de novembro de 1626. In-8º de 7 págs. Br. 16 x 22 cm
Bem conservado. Sinal de Tabelião.
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Lote 104
MANUSCRITO. D. FILIPE III. 1633
MANUSCRITO. D. FILIPE III. 1633
Carta pela qual o rei D. Filipe III faz mercê da Comenda de Lardosa, no bispado da Guarda, a D. Frei Luís de Almeida, filho de D. António de Almeida e de D. Madalena de Ataíde, a quem Sua Santidade dispensara os serviços em África.
Lisboa, 29 de Outubro de 1633. Assinatura de El Rei e do Conde de Castro. Manuscrito em pergaminho.
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Lote 105
MANUSCRITO. PRINCIPE D. PEDRO. 1678. Guerra da restauração.
MANUSCRITO. PRINCIPE D. PEDRO. 1678. Guerra da restauração.
Carta de patente pela qual o Príncipe D. Pedro nomeia Manuel Dantas da Cunha no posto de Marechal de Campo do terço auxiliar que se há de formar na comarca de Pinhel. Inclui uma extensa exposição dos feitos deste militar, obrados na Guerra da Restauração, nas províncias da Beira, do Minho e do Alentejo.
Lisboa, 13 de Outubro de 1678. Assinada pelo Príncipe, por D. Francisco de Meneses e pelo Visconde.
No verso do documento está um esclarecimento às dúvidas levantadas pelo Conselho de Guerra. Assinado pelo Príncipe, por Salvador Correa de Sá e Benevides e por Francisco Barreto.
Manuscrito em papel com o selo branco real. Bem conservado.
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Lote 106
MANUSCRITO. PRINCIPE D. PEDRO. 1682
MANUSCRITO. PRINCIPE D. PEDRO. 1682
Carta de concessão do título ao 3º conde de Soure, assinada pelo Príncipe D. Pedro, que lembra os serviços do 1º e dos 2º condes, seus pai e avô. O 1º Conde de Soure, D. João da Costa foi nomeado por D. João IV em 1652. Foi um dos conjurados de 1640, serviu em Tânger, combateu na Guerra da Restauração e foi membro do Conselho de Guerra, destacando-se como figura crucial na aclamação do rei.
Lisboa, 22 de Fevereiro de 1682.
Manuscrito em pergaminho. Assinado pelo Príncipe
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Lote 107
MANUSCRITO. D. JOÃO V. 1738
MANUSCRITO. D. JOÃO V. 1738
Carta de quitação concedida por D. João V a Francisco de Souza da Costa, que serviu de tesoureiro da Chancelaria dos Contos e da Cidade.
Lisboa. 1738. 32 x 42 cm
Manuscrito em pergaminho assinado por D. João V. Várias assinaturas no verso.
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Lote 108
MANUSCRITO. D. MARIA I. 1796
MANUSCRITO. D. MARIA I. 1796
Carta de Comenda pela qual a rainha D. Maria I faz mercê da Comenda das Vargens de Soure a D. José da Costa, Marechal de Campo, em remuneração dos seus serviços e dos serviços dos condes de Soure, seus ascendentes.
Lisboa, 4 de Dezembro de 1796. In-4º de 4 págs.
Manuscrito em pergaminho, assinado pelo Príncipe Regente D. João e pelo Conde de Vale de Reis. Com selo pendente branco.
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Lote 109
MANUSCRITO. D. JOÃO III. Francisco Pereira Coutinho. Brasil. 1534. Treslado do Séc. XVIII.
MANUSCRITO. D. JOÃO III. Brasil. 1534. Treslado do Séc. XVIII.
Treslado da doação feita por D. João III a Francisco Pereira Coutinho de Donatário da Capitania da Bahia e de 50 léguas de terra pela Costa do Brasil e Costas da Bahia de Todos os Santos em 1534. Inclui também a Petição, Certidão do rendimento, Denunciação, Possuidores de um Morgado, etc.
O documento cita também os temas a que tinha direito como: Escravos e géneros, explorar águas: uma para açúcar; algodão. marinhas de sal, etc…
Manuscrito em papel de 16 págs. Encadernado em pasta de pergaminho.
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Lote 110
MANUSCRITO. - PEÇAS DE TEATRO. Manuscrito de 1776 que reúne as seguintes peças:
MANUSCRITO. - PEÇAS DE TEATRO. Manuscrito de 1776 que reúne as seguintes peças: "Lucia ou a Hespanhola", tragedia de D. Gabriel Triaquero; "Iphigenia em Aulide", tragedia de Euripedes; "A Mocidade de Socrates", comedia de Manuel de Figueiredo. "Ifigénia". 1776 (a1777). As 4 obras. In-fólio de . Encs em 1
Manuscrito do célebre dramaturgo Manuel de Figueiredo, apresentado á comissão de censura em 24 de julho de 1805, e autorizado pelos censores Amaral, Francisco Xavier de Oliveira e Fr. Mariano da Conceição Veloso. Inclui igualmente uma "advertência" do editor, a Impressão Régia, a propósito de uma peça sem título, cuja ação se passa em Elvas. Esta obra foi impressa em 1805, sendo o tomo 10 de Teatro de Manuel de Figueiredo. Manuscrito bem conservado e de caligrafia legível.
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Lote 111
MANUSCRITO. DIPLOMA DA RAINHA ISABEL II. (Elizabeth II).
MANUSCRITO. DIPLOMA DA RAINHA ISABEL II. (Elizabeth II).
Diploma oficial emitido em 18 de fevereiro de 1957 pela Rainha Isabel II do Reino Unido, concedendo uma distinção honorífica a um cidadão português Antero Carreiro de Freitas, concedendo o título de Cavaleiro Comandante Honorário da Ordem Real Vitoriana. Datado de 18 de fevereiro de 1957. Assinado pela Rainha Isabel II (como Soberana e Grã-Mestre) e pelo Chanceler Scarbrough. Lawence Lumley, 11º Conde de Scarbrough, foi uma figura proeminente na corte britânica, tendo também servido como Grão-Mestre da Grande Loja Unida de Inglaterra e Governador de Bombaim. Chancellor é o título oficial da Ordem da Jarreteira, sendo responsável por assinar documentos formais da ordem. Possui 2 selos brancos e o envelope original.
Tradução: Elizabeth II, pela Graça de Deus, do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte e dos Seus outros Reinos e Territórios, Rainha, Chefe da Commonwealth, Defensora da Fé e Soberana da Real Ordem Vitoriana.
Ao Senhor Antero Carreiro de Freitas, Saudações.
Considerando que julgamos oportuno nomear e designar-vos Comendador Honorário da Nossa Real Ordem Vitoriana.
Nós, pelas presentes, vos concedemos a Dignidade de Comendador Honorário da Nossa dita Real Ordem e autorizamos-vos a ter, possuir e desfrutar da dita Dignidade como Comendador Honorário da Nossa dita Real Ordem, juntamente com todos e singulares os privilégios a ela pertencentes ou inerentes.
Dado na Nossa Corte de Saint James's sob o Nosso Signo Manual e o Selo da Nossa dita Real Ordem, este décimo oitavo dia de fevereiro de 1957, no sexto ano do Nosso Reinado.
Por Comando da Soberana.
Elizabeth R, Grão-Mestre.
Scarborough, Chanceler
Antero Carreiro de Freitas Nasce em São Miguel, iniciou a carreira de diplomata em 1922, como adido na embaixada de Portugal junto da Santa Sé. Em 1926, foi nomeado secretário da embaixada em Tóquio, onde exerceu as funções de Encarregado de Negócios de Portugal até 1930. De seguida, foi colocado na legação portuguesa de Pequim, até 1936, para voltar a Tóquio até 1939. Na primeira fase da guerra sino-japonesa, negociou com o governo japonês vários acordos relativos a Macau e Timor.
De regresso ao Vaticano, foi enviado para Paris, refugiando-se em Vichy, devido à ocupação da cidade pelas tropas nazis. Foi então colocado na secção dos Negócios Políticos e Diplomáticos do Ministério dos Negócios Estrangeiros, em Lisboa, onde permaneceu até 1946. No ano seguinte, foi nomeado Conselheiro de Embaixada e Ministro Plenipotenciário, em 1950, prestando serviço no Chile e em Havana, e Chefe do Protocolo do Estado, desde 1951.
Foi distinguido com o grau de oficial da Ordem Militar de Cristo, cavaleiro da Ordem Militar Santiago da Espada, comendador de várias ordens estrangeiras, como o Tesouro Sagrado do Japão, Coroa da Bélgica, Santo Olavo da Noruega, Isabel Católica de Espanha, entre outras. Foi também Diretor-Geral no Ministério das Colónias
Medidas: 38,5 x 32,5 cm
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Lote 112
MATTOS, Ricardo Pinto de. - MANUAL BIBLIOGRAPHICO PORTUGUEZ DE LIVROS RAROS, CLASSICOS E CURIOSOS. Coordenados por... Revisto e prefaciado pelo Snr. CAMILLO CASTELLO BRANCO.
MATTOS, Ricardo Pinto de. - MANUAL BIBLIOGRAPHICO PORTUGUEZ DE LIVROS RAROS, CLASSICOS E CURIOSOS. Coordenados por... Revisto e prefaciado pelo Snr. CAMILLO CASTELLO BRANCO. Porto. Livraria Portuense - Editora. 1878. In-8º de XII, 582, [1] págs. Enc.
Primeira edição. Encadernação meia de pele. Capas de brochura com acidez.
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Lote 113
MEIRELES, Cecília. - FLORES E CANÇÕES. Com ilustrações de Vieira da Silva.
MEIRELES, Cecília. - FLORES E CANÇÕES. Com ilustrações de Vieira da Silva. Rio de Janeiro. 1979. In-4º de 70, [1] págs. Enc.
Bela edição, ilustrada com 10 gravuras de Vieira da Silva. Tiragem de 1500 exemplares, numerados. Encadernação editorial em tela.
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Lote 114
MEMORIA ÁCERCA DA EXTINCÇÃO DA ESCRAVIDÃO e trafico de escravatura no território portuguez.
MEMORIA ÁCERCA DA EXTINCÇÃO DA ESCRAVIDÃO e trafico de escravatura no território portuguez. Lisboa. Typographia Castro Irmão. 1889. In-8º de 94 págs. Enc.
Raro. Publicação do Ministério da Marinha. A obra trata também uma apresentação cronológica da legislação portuguesa referente à extinção destas práticas, donde destacamos: o alvará de 7 de setembro de 1761, segundo o qual era proibida a importação de escravos para o território metropolitano e um alvará de 1773, que extinguiu gradualmente o estado de escravidão em Portugal Continental, declarando livre o ventre da mãe, e acabando com a perpetuação do cativeiro. Encadernação da época meia de pele.
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Lote 115
MEMORIAS DE LITTERATURA PORTUGUEZA. Publicadas pela Academia Real das Sciencias de Lisboa. Tomo I (ao Tomo VIII).
MEMORIAS DE LITTERATURA PORTUGUEZA. Publicadas pela Academia Real das Sciencias de Lisboa. Tomo I (ao Tomo VIII). Lisboa. Typographia da Academia. 1792 (a 1856). 8 Vols. In-4º Encs.
Coleção completa. Primeira edição exceto os tomos 1, 2 e 8 são da 2ª edição. Obra importante para os estudos literários, históricos, biográficos e bibliográficos dos nossos escritores do século XVIII. Insere colaboração de A. Caetano do Amaral, João Pedro Ribeiro, José Anastácio de Figueiredo, António Ribeiro dos Santos, etc. Bem conservados. Encadernações meias de pele. Inocêncio, Tomo VI, pág. 200.
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Lote 116
MENDONÇA, Joaquim José Moreira de. - HISTORIA UNIVERSAL DOS TERREMOTOS, QUE TEM HAVIDO NO MUNDO, de que ha noticia, desde a sua creação até o seculo presente.
MENDONÇA, Joaquim José Moreira de. - HISTORIA UNIVERSAL DOS TERREMOTOS, QUE TEM HAVIDO NO MUNDO, de que ha noticia, desde a sua creação até o seculo presente. Com uma NARRAÇÃO INDIVIDUAL do Terremoto do primeiro de Novembro de 1755., e noticia verdadeira dos seus effeitos em Lisboa, todo Portugal, Algarves, e mais partes da Europa, Africa, e América, aonde se estendeu. E huma DISSERTAÇÃO PHISICA Sobre as causas geraes dos Terremotos, seus effeitos, differenças, e Prognosticos; e as particulares do ultimo. Lisboa. Na Offic. de Antonio Vicente da Silva. 1758. In-8º de [12], 272 págs. Enc.
Rara obra pioneira sobre terramotos. Ilustrado com uma gravura rudimentar no início do texto, que representa Lisboa durante o Terramoto de 1755. Inocêncio, Tomo IV, pág. 106, diz-nos: N'este livro, de que Barbosa não teve conhecimento, trata especialmente dos effeitos do terremoto do 1º de Novembro de 1755, que presenceára ocularmente em Lisboa: pelo que é tido em conta de veridico". Encadernação da época inteira de carneira, com defeitos.
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Lote 117
MENINO, Pero. - LIVRO DE FALCOARIA. Publicado, com introdução, notas e glossário por Rodrigues Lapa.
MENINO, Pero. - LIVRO DE FALCOARIA. Publicado, com introdução, notas e glossário por Rodrigues Lapa. Coimbra. Imprensa da Universidade. 1931. In-8º de LXVII, 91 págs. Enc.
Pouco comum. Primeira edição em livro deste raro trabalho sobre caça. Ilustrado com 3 estampas do manuscrito original. Publicada pela Junta de Educação Nacional. Bom exemplar. Encadernação meia de pele, com capas. Lombada com defeitos.
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Lote 118
MINERVA LUSITANA. Num. I (ao Num. 44 + 3 suplementos).
MINERVA LUSITANA. Num. I (ao Num. 44 + 3 suplementos). Coimbra. Imprensa da Universidade. 1808 (a 1809). 92 Nos. In-8º Encs. em 1.
Comporta o período das invasões francesas. Publicaram-se mais números. Jornal de notícias políticas e militares, cuja redação foi atribuída a Fr. Bernardino de S. Boaventura, que Inocêncio, Tomo XVII, pág. 72: "Fr. Fortunato de S. Boaventura não tem participação alguma n'este periódico, e por isso é inexata a nota sob o n.o 1836.
A história d'esta Minerva é a seguinte: Pelo governador de Coimbra e vice-reitor da sua universidade, o dr. Manuel Paes de Aragão Trigoso, foram encarregados da redação da Minerva lusitana, em 9 e 31 de julho de 1808, os tres drs. José Bernardo de Vascondellos Côrte Real, oppositor na faculdade de leis e vice_conservador da mesma universidade; Joaquim Navarro de Andrade, lente de medicina (veja_se o Dicc. tomo IV, pág. 136), e fr. Luiz do Coração de Maria, ajudante do observatorio astronomico". Exemplar manuseado. Encadernação da época meia de pele.
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Lote 119
MINOTAURE 1933 - 1939. Reedição dos 13 números em 3 volumes.
MINOTAURE 1933 - 1939. Reedição dos 13 números em 3 volumes. Paris. Édition d'art Albert Skira. (1980-1981) 3 vols. In-4º Encs.
Edição fac-similada de todas as edições desta importante revista da década de 1930 em três volumes.Texto e ilustrações de Jacques Audiberti, Albert Béguin, André Breton, Jacques C. Brunius, Roger Caillois, Nicolas Calas, Salvador Dali, Marcel Duchamp, Paul Eluard, Jean Giono, Maurice Heine, Georges Hugnet, Edward James, Madeleine Landsberg, Le Corbusier, Pierre Mabille, René Magritte, Henri Matisse, Matta Echaurren, Benjamin Péret, Jacques Prévert, Man Ray, Maurice Raynal, Kurt Seligmann, E. Tériade, Raoul Ubac. Exemplares em perfeito estado de conservação. Encadernações editoriais em pano com as sobrecapas, acondicionado em estojo original em cartão.
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Lote 120
MISSAL DE NOSSA SENHORA DO ROSARIO. Aprovado pelo Arcebispo de Braga e Primaz das Espanhas, Dom José Joaquim de Azevedo e Moura.
MISSAL DE NOSSA SENHORA DO ROSARIO. Aprovado pelo Arcebispo de Braga e Primaz das Espanhas, Dom José Joaquim de Azevedo e Moura. Pariz. Sanches Editor. 1857. In-8º de 357 págs. Enc.
Encadernação Leitão & Irmão, joalheiros da coroa em inteira pele, com fechos e aplicações na pasta da frente em prata e brilhantes, guardas em seda e seixas em ouro. Acondicionado em estojo próprio do Joalheiro. Dourado por folhas.
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Lote 121
MONSARAZ, Conde de. - MUSA ALEMTEJANA. (Assinado)
MONSARAZ, Conde de. - MUSA ALEMTEJANA. Lisboa. Livraria Clássica Editora. 1908. In-8º de 252, [2] págs. Enc.
Primeira edição deste raro livro de poemas. Valorizado com dedicatória autografa do autor. Encadernação modesta em sintético, com defeitos.
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Lote 122
MORAES, Wenceslau de. - O CULTO DO CHÁ. Ilustrações de Yoshiaki.
MORAES, Wenceslau de. - O CULTO DO CHÁ. Ilustrações de Yoshiaki. Kobe. Typographia do "Kobe Herald". 1905. In-8º de 46 págs. Enc.
Primeira edição. Muito rara. Ilustrado com desenho coloridos a mão e impresso e folha dupla ao estilo japonês. Ex-libris da Livraria Ferreira de Lisboa no frontispício. Encadernação meia de pele. Capas de brochura preservadas.
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Lote 123
MOTA E ARMANDO CORTESÃO, Avelino Teixeira de. - PORTUGALIAE MONUMENTA CARTOGRAPHICA. Vol. I (ao Vol. VI - Index).
MOTA E ARMANDO CORTESÃO, Avelino Teixeira de. - PORTUGALIAE MONUMENTA CARTOGRAPHICA. Vol. I (ao Vol. VI - Index). Lisboa. 1960. 6 vols. Fólio. Encs.
Edição monumental, comemorativa do V Centenário da Morte do Infante D. Henrique. Ilustrada com centenas de estampas, muitas em folhas desdobráveis, a negro, cores, prata e ouro. Textos em português e Inglês. Bem conservados. Encadernações originais em pergaminho com alguns defeitos. Pintado à cabeça.
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Lote 124
MURALHA, Pedro. - PORTUGAL NO BRASIL. A colonização portuguesa.
MURALHA, Pedro. - PORTUGAL NO BRASIL. A colonização portuguesa. Lisboa. Typografia Luso Gráfica. S. data. (1928). In-8º de 440, [7] págs. Enc.
Ilustrado. Valorizado com dedicatória autografa do autor. Encadernação editorial em tela. Com capas.
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Lote 125
NATIVIDADE, Fr. Joseph da. - FASTO DE HYMENEO, OU HISTORIA PANEGYRICA DOS DESPOSORIOS DOS FIDELISSIMOS REYS DE PORTUGAL, nossos senhores, D. Joseph I e D. Maria Anna Vitoria de Borbon.
NATIVIDADE, Fr. Joseph da. - FASTO DE HYMENEO, OU HISTORIA PANEGYRICA DOS DESPOSORIOS DOS FIDELISSIMOS REYS DE PORTUGAL, nossos senhores, D. Joseph I e D. Maria Anna Vitoria de Borbon. Lisboa. Na Officina de Manoel Soares. 1752. In-4º de [40], 408, [2] págs. Enc.
Rara e procurada obra da descrição dos festejos do casamento de D. José I. Obra dividida em 4 livros. No primeiro narra a história dos casamentos reais (de D. José com D. Mariana de Áustria e de D. Maria Bárbara de Bragança com D. Fernando), desde a negociação do contrato por D. João V de Portugal e Filipe V de Espanha em 1725 e descreve as magníficas cerimónias realizadas em Lisboa antes da partida para a fronteira. Nos livros segundo e terceiro são descritas a viagem para o Caia e as cerimónias realizadas na fronteira, em 18 de janeiro de 1729. O quarto livro descreve o regresso de cada uma das comitivas a Lisboa e a Sevilha, respetivamente e as festas com que foram recebidos. Contém descrições minuciosas dos presentes oferecidos aos casais reais, do enxoval e das joias da princesa trazidos de Espanha, os numerosos e variados tipos de viaturas usadas nas deslocações (coches, berlindas, seges e caleças), assim como os arreios e peças sobressalentes das viaturas, as forças militares que acompanharam as cerimónias, as obras de arte efémera construídas para a ocasião, as celebrações, saudações e festejos populares que duraram três dias. Bem conservado e limpo. Ex-libris manuscrito no frontispício da Livraria da congregação do Oratório do Porto. Encadernação inteira de pele da época com florões decorativos nos cantos e no centro, gravadas a ouro nas pastas. Pintado por folhas.

