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LEILÃO 67 - LIVRO ANTIGO, LISBOA, COLÓNIAS, MANUSCRITOS, POESIA E VÁRIA
Lote 1 a 191 ( Lote 1 termina quinta-feira dia 18 de fevereiro as 21:30)
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Lote 101
LIMA, Matias. - A ENCADERNAÇÃO EM PORTUGAL. (subsídios para a sua história).
LIMA, Matias. - A ENCADERNAÇÃO EM PORTUGAL. (subsídios para a sua história). Gaia. Edições Pátria. 1933. In-8º de 76 págs. Enc.
Integrada na coleção “Estudos Nacionais”. Ilustrada com a reprodução de belos trabalhos de encadernadores portugueses. Encadernação inteira de pele com ferros a ouro na lombada e a seco na pasta da frente, com capas. Assinada por "Fausto. Enc. Lisboa.
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Lote 102
LISBOA ARTISTICA E INDUSTRIAL. Luxuoso album de photographias com um resumo historico da cidade.
LISBOA ARTISTICA E INDUSTRIAL. Luxuoso album de photographias com um resumo historico da cidade. Lisboa. Typ. da Empreza da Historia de Portugal. 1908. In-8 oblongo de 48 págs. Enc.
Belo álbum com 42 fotografias de J. Barreira, Thomaz Bordallo, Benoliel, A. Novaes. Dedicatória de oferta de Silva Soares para a carpintaria Mechanica Portugueza que possui uma fotografia no álbum. Encadernação editorial em tela.
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Lote 103
LOBO, Manuel da Costa. - SUBSIDIOS PARA A HISTÓRIA DE LUANDA. São Paulo da Assumpção de Luanda. Apontamentos para a sua história. Luanda Antiga. Subsídios para a História de Luanda. Roteiro da Cidade de S. Paulo de Luanda.
LOBO, Manuel da Costa. - SUBSIDIOS PARA A HISTÓRIA DE LUANDA. São Paulo da Assumpção de Luanda. Apontamentos para a sua história. Luanda Antiga. Subsídios para a História de Luanda. Roteiro da Cidade de S. Paulo de Luanda. Lisboa. 1967. In-8º de 264, [3] págs. Enc.
Ilustrado. Prefácio de Henrique Paço d' Arcos. Encadernação em sintético, com capas.
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Lote 104
LOUDON, John Claudius. - AN ENCYCLOPAEDIA OF GARDENING; comprising the Theory and Practice of Horticulture, Floriculture, Arboriculture and Landscape-Gardening.
LOUDON, John Claudius. - AN ENCYCLOPAEDIA OF GARDENING; comprising the Theory and Practice of Horticulture, Floriculture, Arboriculture and Landscape-Gardening. London. Longman, Rees, Orme, Brown, Green, and Longman. 1835. in-8º de XL, 1270, 16 págs. Enc.
Bela e apreciada edição de design e de arquitetura de jardins em todo o mundo. Ilustrada com 981 gravuras no texto e em separado. Com capítulo sobre jardins portugueses. Encadernação meia de pele.
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Lote 105
MANSO, Visconde de Paiva. - HISTORIA DO CONGO. Obra Posthuma do... (Documentos).
MANSO, Visconde de Paiva. - HISTORIA DO CONGO. Obra Posthuma do... (Documentos). Lisboa. Typographia da Academia. 1877. In-8º de 369 págs. Enc.
Rara. Encadernação meia de pele, com capas.
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Lote 106
MANTERO, Francisco. - A MÃO D'OBRA EM S. THOMÉ E PRINCIPE.
MANTERO, Francisco. - A MÃO D'OBRA EM S. THOMÉ E PRINCIPE. Lisboa. Typ. do Annuario Commercial. 1910. In-4º de 200, [5] págs. Enc.
Primeira edição. Ilustrada com gravuras e mapas extra-texto, algumas em folhas desdobráveis. Encadernação em meia de pele, sem capas
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Lote 107
Manuscrito - LEMBRANÇA SOBRE O ESTADO ACTUAL DAS MINAS E METALICAS do Reino, e providencias a tomar sobre seu restabelecimento. Por Joaquim Pedro Fragoso da Mota Siqueira.
Manuscrito - LEMBRANÇA SOBRE O ESTADO ACTUAL DAS MINAS E METALICAS do Reino, e providencias a tomar sobre seu restabelecimento. Por Joaquim Pedro Fragoso da Mota Siqueira.
Lisboa, 22 de fevereiro de 1828. In-4º de 29 págs.
Interessante estudo apresentado aos dignos pares do reino e aos senhores deputados da nação portuguesa, apresentada na Gazeta de Lisboa.
O autor, natural de Nisa, foi Intendente Geral das Minas e Metais do Reino, Bacharel formado na Faculdade de Leis pela Universidade de Coimbra; realizou diversas viagens na Europa para aperfeiçoar os seus conhecimentos em ciências naturais, sobretudo nos domínios da agricultura e mineralogia. Um dos seus projetos era desviar o Rio Tejo até Portalegre para salvar a arborização e a agricultura do alto Alentejo. Defendia também a introdução das gadanhas alemãs para a ceifa no Alentejo, publicada nas memorias da academia das ciências em 1811. Manuscrito de letra legível. Assinado e certificado a 11 de março de 1828 pelo Tabelião António Simão de Noronha.
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Lote 108
Manuscrito. - REVOLTA DO ARSENAL.
Manuscrito. - REVOLTA DO ARSENAL.
Conjunto de 10 cópias telegráficas de documentos autenticados com o logotipo do Ministério da Guerra, assinados por Miguel José Martins Dantas. Outro documento sem chancela e não assinado. Copias de documentos do Costa Cabral, Visconde de Sá da Bandeira, Barão do Bonfim, Visconde de Reguengos, A. J. Silveiro, Paulo António da Costa, M. Pereira.
Lisboa. 1838. In-4º de 36 págs.
Valioso para o estudo da Revolta do Arsenal de 1838 foi um levante de radicais da Guarda Nacional em Lisboa, liderados por Soares Caldeira, contra o governo de Sá da Bandeira, que visava remover elementos mais conservadores, mas foi esmagada militarmente, culminando no Massacre do Rossio em 13 de março, onde centenas de revoltosos foram mortos pelas forças governamentais
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Lote 109
Manuscrito - EXILIO EM ANGOLA do General Conde do Bonfim
Manuscrito - EXILIO EM ANGOLA do General Conde do Bonfim
Conjunto de correspondência de 37 cartas e rascunhos trocada para várias personalidades durante o exilio. Cartas escritas a bordo das Corvetas, Luanda e Mossâmedes entre 1846 e 1848. O conjunto possui também um importante e valioso documento de 18 folhas pelo Comandante do Brigue de Guerra Inglês “Flying Fish” relatando a captura da famosa tentativa de fuga do Conde do Bonfim na Baia de Mossâmedes.
“Tavares Valdez. 1º Conde de Bonfim, uma vez vencido em Torres Vedras pelo General Duque de Saldanha, em 22 de Dezembro de 1846, na Revolução Maria da Fonte, foi em 2 de Fevereiro do ano seguinte deportado para Angola, com dois filhos e outros fidalgos. Estes ficaram em Luanda, mas o Conde de Bonfim e os dois filhos, Luis e José, seguiram para o Sul. Após uma pequena estadia em Benguela, foram encarcerados na Fortaleza de S Fernando, em Moçâmedes, onde chegaram a 6 de Maio. Porém Bonfim, ajudado pela população local, pela tropa e pela guarnição da Escuna de guerra portuguesa "Conselho", fundeada na baía, planeou e iniciou a sua fuga a bordo da mesma Escuna. No entanto essa fuga foi de pouca dura. Nessa altura entrou na baía um navio de guerra inglês, o brigue Flying Fish, que a pedido do Comandante da Fortaleza, Soares Andrea, levantou ferro e foi intercetar a Escuna portuguesa onde ia Bonfim, em pleno mar, levando-o com a sua comitiva para Luanda, onde foram muito mal pelo Governador Geral, Pedro Alexandrino da Cunha. A notícia causou indignação em Londres, sendo levada ao Parlamento britânico, onde igualmente provocou certo escândalo.
Este caso que apaixonou a opinião pública das gentes de Benguela e de Moçâmedes, ocorreu a 20 de maio de 1847, e ficou conhecido pela revolta do Conde de Bonfim”.
Para milhares de degredados a segunda metade do seculo XIX, Angola foi um lugar de castigo. As sentenças que lhes orientavam para quela região baseavam-se na tese de que não havia pena mais severa do que forçar a moradia nos espaços conflituosos e incertos da nova «joia da coroa» apos a independência do Brasil.
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Lote 110
Manuscrito - DUQUE D SALDANHA.
Manuscrito - DUQUE D SALDANHA.
Conjunto constituído por 3 cartas do Duque para o Barão de Ponte da Barca, assinadas e datadas de Oliveira de Azeméis e Grijó, maio e junho de 1847. Nesse período da guerra civil, o duque seguia o Conde das Antas que se viu então obrigado a retirar para a cidade do Porto, seguido pelas forças de Saldanha, as quais ocuparam Oliveira de Azeméis, cortando a comunicação terrestre entre o Porto e o sul de Portugal.
Juntamos 1 carta de 1833, 2 copias de cartas de oliveira de Ameis de 1847 e um rascunho
As cartas tratam do Douro, Porto, Miguelistas, Marechal Beresford, etc…
Esta luta foi desencadeada em Portugal pela nomeação de um governo claramente cartista presidido pelo marechal João Carlos de Saldanha Oliveira e Daun, Duque de Saldanha, terminou com uma clara vitória cartista, materializada a 30 de junho de 1847 pela assinatura da Convenção de Gramido, mas apenas após a intervenção de forças militares estrangeiras ao abrigo da Quádrupla Aliança.
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Lote 111
Manuscrito - PADRE INÁCIO DE MASCARENHAS.
Manuscrito - PADRE INÁCIO DE MASCARENHAS.
Relação do sucesso que teve o Padre Mestre Ignacio de Mascarenhas, da Companhia de Jesus na jornada que fez a Catalunha por mandado de S. Magestade El Rey D. João o 4º.
Lisboa. 1642. In-4º de 16 págs.
Cópia do séc. XVIII de bela caligrafia do manuscrito datado de Lisboa, 20 de julho de 1642. O papel do Padre era anunciar a Restauração de Portugal e a legitimidade do direito de D. João IV à coroa. Além de promessas de apoio e colaboração, levava consigo uma provisão assinada pelo Rei, na qual prometia dinheiro e compensações aos combatentes portugueses que deixassem o exército castelhano para ingressar nas forças armadas de Catalunha ou Portugal.
“Esta relação foi publicada, com um título ligeiramente diferente, por Lourenço e Anvers em 1641. Opusculo de 16 págs, muito raro, citado por Inocêncio, III, pág 242.
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Lote 112
Manuscrito. - SÁ DA BANDEIRA E CONDE DO BONFIM.
Manuscrito. - SÁ DA BANDEIRA E CONDE DO BONFIM.
Conjunto de 49 cartas e rascunhos de correspondência trocada entre estas duas importantes personalidades da época. Datas e assinadas entre 1840/1844, a maioria de Sá da Bandeira em Elvas.
Nos anos 40, Sá da Bandeira e o Conde do Bonfim (José Travassos Valdez) eram figuras políticas proeminentes em Portugal, com Sá da Bandeira sendo um líder liberal e militar, e o Conde do Bonfim liderando um governo (o 11º da Monarquia Constitucional) que foi nomeado no final de 1839 e durou até meados de 1841, atuando num período de grande instabilidade política liberal. Figuras proeminentes do liberalismo português, aliados próximos, com ambos representando a ala progressista/setembrista contra os cartistas mais conservadores, atuando em conjunto na política e no exército para defender a Monarquia Constitucional e a causa abolicionista, com o Conde do Bonfim sendo um importante general e político que apoiava as políticas de Sá da Bandeira, embora fossem de ideologias por vezes distintas dentro do liberalismo. Época importante de Sá da Bandeira, sem deixar de tomar parte nas lutas políticas, recorreu à imprensa para tratar da sua questão mais prediletas, a da abolição da escravatura. Em 1839 publicou os Documentos oficiais relativos à negociação do tratado entre Portugal e a Grã-Bretanha para a supressão do trafico da escravatura, mandado imprimir por ordem da câmara dos senadores. Em 1840 foi nomeado comandante militar da 7.ª divisão e governador da praça de Elvas (Local de onde as cartas são datadas).
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Lote 113
Manuscrito - PADARIA LISBONENSE.
Manuscrito - PADARIA LISBONENSE.
Conjunto constituído por um manuscrito de D. Luiz I, nomeando Estevão Ribeiro da Silva, como fornecedor de pão da sua real casa. Datado e assinado pelo Rei e pelo Mordomo-Mór o Marques de Ficalho em Lisboa, 28 de abril de 1876.
Título de Registo da Padaria Lisbonense como propriedade de Estevão Ribeiro da Silva, estabelecida na Calçada do Sacramento, nº 24 e 25 em Lisboa. Datada de 11 de agosto de 1900.
3 livrinhos manuscritos da época de receitas da padaria de bolachas, bolos, receita de pão de leite, pudins, geleias, bolo rei, doces, pão, etc…
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Lote 114
Manuscrito - CAPELA DA NOSSA SENHORA DO PARAISO. Lugar da Lamarosa termo da Cidade de Coimbra. 1797.
Manuscrito - CAPELA DA NOSSA SENHORA DO PARAISO. Lugar da Lamarosa termo da Cidade de Coimbra. 1797.
- In-4º de 458 fls. Enc.
Volumoso livro manuscrito que contem:
Autos do tombo da capella intitulada de Nossa Senhora do Paraiso que se acha incorporada na real Coroa portuguesa, sita no Lugar da Lamorosa termo da cidade de Coimbra.
Autos de reconhecimento medição e confrontação das propriedades
Por merce regia, D. Anna Felicia de Castro, Mossa do Coro do Real Convento das comendadeiras de Santos da cidade de Lisboa...foi administradora dos bens da capella.
incorpora uma provisão de mercê de capella passada pela rainha D. Maria I, a D. Anna Felicia de Castro
reproduz o treslado de um alvará referente aos valiosos serviços prestados por Frei Luis de Caetano de Castro comendador de Sagrada Religião de Malta, pelo espaço de 39 anos.
insere extenso rol de pessoas citadas para a louvação medição e demarcação das propriedades e mais terras e bens de várias povoações: Lamarosa, São Martinho, Casais, Tentugal, Peioto?, Crujeira, Coimbra, Povoa de Santa Christina, Montemor o velho s. Martinho o Bispo, etc. Descreve e demarca também várias terras e bens pertencentes á capella
Grande parte dos folios têm impresso na parte superior o selo da cauza publica ostentando as armas reais portuguesas envoltas por ramo de louro. Manuscrito de evidente interesse regional, que documenta muita e variada informação, histórica, toponímica, nomes próprios, contendo abundantes assinaturas.
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1 LicitaçãoValor base:
Lote 115
MARQUES, A. H. de Oliveira. - HISTÓRIA DA MAÇONARIA EM PORTUGAL. Vol. I - Das Origens ao Triunfo. Vols- 2 e 3 - Política e Maçonaria. 1820-1869 (1ª e 2ª Parte).
MARQUES, A. H. de Oliveira. - HISTÓRIA DA MAÇONARIA EM PORTUGAL. Vol. I - Das Origens ao Triunfo. Vols- 2 e 3 - Política e Maçonaria. 1820-1869 (1ª e 2ª Parte). Lisboa. Editorial Presença. 1990 (a 1997). 3 Vols. In-8º Brs.
Coleção completa. Ilustrados a negro e a cores.
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Lote 116
MARTINS, José F. Ferreira. - OS VICE-REIS DA INDIA. 1505-1917. Obra ilustrada com 118 fotogravuras e 106 fac.similes de assinaturas.
MARTINS, José F. Ferreira. - OS VICE-REIS DA INDIA. 1505-1917. Obra ilustrada com 118 fotogravuras e 106 fac.similes de assinaturas. Lisboa. Imprensa Nacional. 1935. In-8º de [6], 326, [2] págs. Enc.
Pouco vulgar. Ilustrado. Encadernação meia de pele. Com capas.
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1 LicitaçãoValor base:
Lote 117
MARTINS, Pe. Joaquim. - SABEDORIA CABINDA. Símbolos e Provérbios.
MARTINS, Pe. Joaquim. - SABEDORIA CABINDA. Símbolos e Provérbios. Lisboa. Junta de Investigações do Ultramar. 1968. 4º de 565, [2] págs. Br.
Profusamente ilustrado no texto. Bom exemplar.
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Lote 118
MARTINS, Rocha. - LISBOA. História das suas glórias e catástrofes. Edição comemorativa do 8º Centenário da Capital. Vol. I (e II).
MARTINS, Rocha. - LISBOA. História das suas glórias e catástrofes. Edição comemorativa do 8º Centenário da Capital. Vol. I (e II). Lisboa. Inquérito. 1947. In-4º de 1416, [4] págs. Encs. em 2 Vols.
Edição de grande esmero gráfico, profusamente ilustrada a negro e a cores no texto e em separado. Boas encadernações meias de pele com capas.
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Lote 119
MATTOS, Armando de. - BRASONÁRIO DE PORTUGAL. Volume I (e II).
MATTOS, Armando de. - BRASONÁRIO DE PORTUGAL. Volume I (e II). Porto. Livraria Fernando Machado. 1940 (e 1943). 2 Vols. In-8º Encs.
Edição original desta rara publicação. Profusamente ilustrada com 1870 brasões de famílias a cores com desenhos de Gouveia Portuense. Boas encadernações meias de pele, com ferros a ouro nas lombadas e pastas. Executada por Frederico de Almeida. Conserva as capas de brochura e lombadas. Bons exemplares.
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Lote 120
MELO, D. Francisco Manuel de. - CARTA DE GUIA DE CASADOS. Para que pelo caminho da prudencia se acerte com a casa do descanso. A Um Amigo. Nova edição, com um prefácio biographico enriquecido de documentos inéditos por Camillo Castello Branco.
MELO, D. Francisco Manuel de. - CARTA DE GUIA DE CASADOS. Para que pelo caminho da prudencia se acerte com a casa do descanso. A Um Amigo. Nova edição, com um prefácio biographico enriquecido de documentos inéditos por Camillo Castello Branco. Porto. Typ. Pereira da Silva. 1873. 1898. In-8º de 204 págs. Enc.
Edição apreciada. Com ex-libris a lacre da Quinta do Salgueiral em Guimarães. Encadernação inteira de pele com ferros a ouro na lombada, pastas e seixas. Com capas.
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Lote 121
MEMORIA DOS TRABALHOS DA COMISSÃO PARA O MELHORAMENTO DO COMMERCIO NESTA CIDADE DE LISBOA creada por determinação das cortes geraes, extraordinárias, e constituintes da nação portugueza de 28 de agosto de 1821.
MEMORIA DOS TRABALHOS DA COMISSÃO PARA O MELHORAMENTO DO COMMERCIO NESTA CIDADE DE LISBOA creada por determinação das cortes geraes, extraordinárias, e constituintes da nação portugueza de 28 de agosto de 1821. Lisboa. Na Tipographia Rollandiana. 1822.In-8 de 156, 10, 13, 12, 27, 16 págs. Br.
Pouco comum. Cortes criadas para dinamizar e reformar o comércio lisboeta, refletindo o período liberal pós-Revolução de 1820, com foco na modernização económica e nas necessidades dos negociantes da capital.
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Lote 122
MENDES, Luis Antonio de Oliveira. - MEMORIA ANALITICO-DEMONSTRATIVA DA MAQUINA DE DILATAÇAO, E DE CONTRAÇÃO offerecida ao Serenissimo Senhor D. João, Principe do Brasil... JUNTO COM: Tentativas ou Ensaios, em que se tem entrado o autor da maquina de Dilatação, e de Contracção e da memoria-demonstrativa della.
MENDES, Luis Antonio de Oliveira. - MEMORIA ANALITICO-DEMONSTRATIVA DA MAQUINA DE DILATAÇAO, E DE CONTRAÇÃO offerecida ao Serenissimo Senhor D. João, Principe do Brasil... JUNTO COM: Tentativas ou Ensaios, em que se tem entrado o autor da maquina de Dilatação, e de Contracção e da memoria-demonstrativa della. Lisboa. Na Officina de Joaquim Joze Florencio Gonçalves. 1792. In-8º de (4) - 22, 8 págs. Enc.
Obras científicas muito rara, contendo a gravura da máquina de elevação, inventada por este sócio da Academia Real das Ciências. Valorizado com 2 cartas do autor enviadas ao Rei. A necessidade do autor de inventar esta máquina foi devido ao fatal incendio na Rua da Magdalena na noite de 27 de janeiro de 1787 em que esteve presente e relata na obra o acontecimento. O autor, Bacharel formado em Leis pela Universidade de Coimbra, tendo também frequentado como voluntário as aulas de Filosofia e Medicina. Escreveu também sobre escravatura no Brasil e a Bahia. Advogado da Casa da Suplicação, sócio da Academia Real das Ciências de Lisboa, etc. Nasceu na Baía em 1750, onde também faleceu em 1814. Bem conservado. Encadernação em sintético.
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Lote 123
MENESES, Francisco Xavier. - HENRIQUEIDA POEMA HEROICO COM ADVERTENCIAS PRELIMINARES das regras da Poesia Epica, Argumentos e Notas. Composto pelo illustriss. e excellent. Conde da Ericeira D. Francisco Xavier de Menezes, do conselho de guerra de sua magestade.
MENESES, Francisco Xavier. - HENRIQUEIDA POEMA HEROICO COM ADVERTENCIAS PRELIMINARES das regras da Poesia Epica, Argumentos e Notas. Composto pelo illustriss. e excellent. Conde da Ericeira D. Francisco Xavier de Menezes, do conselho de guerra de sua magestade. Lisboa Occidental. Na Officina de Antonio Isidro da Fonseca. 1741. In-8º de [104], 411, 149, [4] pags. Enc.
Inocêncio III, 86: " O poema, considerado litterariamente, é obra de merito mediocre, na opinião dos criticos, apezar da summa diligencia com que o auctor pretendeu reduzi-lo ás regras e preceitos epicos, de que era perfeito sabedor. O que lhe faltava unicamente era genio e gosto. Entretanto, ninguem negará que a linguagem é pura, e correcta, como o são todas as obras do conde, que foi de certo um dos melhores escriptores do seu tempo. Os exemplares da Henriqueida estiveram mui depreciados hoje porém, que já são algum tanto raros, subiram de valor, e sei d'alguns vendidos de 800 réis até 1:200". Bem conservado. Encadernação inteira de pele. Corte das folhas carminado.
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Lote 124
MIRANDA, Francisco Sá de. - OBRAS COMPLETAS. Texto fixado, notas e prefácio pelo Prof. M. Rodrigues Lapa. Volume I (e II).
MIRANDA, Francisco Sá de. - OBRAS COMPLETAS. Texto fixado, notas e prefácio pelo Prof. M. Rodrigues Lapa. Volume I (e II). Lisboa. Livraria Sá da Costa. 1944. 2 Vols. In-4º Brs.
2ª edição. Da “Colecção de Clássicos Sá da Costa”. Ilustrado com o retrato do autor. Pertence à tiragem especial de 100 exemplares numerados e rubricados, em papel Leorne e de maior formato. Bem conservados e por abrir
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Lote 125
MODESTO, Maria de Lourdes. - COZINHA TRADICIONAL PORTUGUESA. Fotografias de Augusto Cabrita e Homem Cardoso.
MODESTO, Maria de Lourdes. - COZINHA TRADICIONAL PORTUGUESA. Fotografias de Augusto Cabrita e Homem Cardoso. Lisboa. Verbo. 1982. In-8º de 335 págs. Enc.
2ª edição. Valioso e procurado. Profusamente ilustrada. Encadernação em tela editorial.

