
MANUSCRITO. DIPLOMA DA RAINHA ISABEL II. (Elizabeth II).
Lote 111
Descrição
MANUSCRITO. DIPLOMA DA RAINHA ISABEL II. (Elizabeth II).
Diploma oficial emitido em 18 de fevereiro de 1957 pela Rainha Isabel II do Reino Unido, concedendo uma distinção honorífica a um cidadão português Antero Carreiro de Freitas, concedendo o título de Cavaleiro Comandante Honorário da Ordem Real Vitoriana. Datado de 18 de fevereiro de 1957. Assinado pela Rainha Isabel II (como Soberana e Grã-Mestre) e pelo Chanceler Scarbrough. Lawence Lumley, 11º Conde de Scarbrough, foi uma figura proeminente na corte britânica, tendo também servido como Grão-Mestre da Grande Loja Unida de Inglaterra e Governador de Bombaim. Chancellor é o título oficial da Ordem da Jarreteira, sendo responsável por assinar documentos formais da ordem. Possui 2 selos brancos e o envelope original.
Tradução: Elizabeth II, pela Graça de Deus, do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte e dos Seus outros Reinos e Territórios, Rainha, Chefe da Commonwealth, Defensora da Fé e Soberana da Real Ordem Vitoriana.
Ao Senhor Antero Carreiro de Freitas, Saudações.
Considerando que julgamos oportuno nomear e designar-vos Comendador Honorário da Nossa Real Ordem Vitoriana.
Nós, pelas presentes, vos concedemos a Dignidade de Comendador Honorário da Nossa dita Real Ordem e autorizamos-vos a ter, possuir e desfrutar da dita Dignidade como Comendador Honorário da Nossa dita Real Ordem, juntamente com todos e singulares os privilégios a ela pertencentes ou inerentes.
Dado na Nossa Corte de Saint James's sob o Nosso Signo Manual e o Selo da Nossa dita Real Ordem, este décimo oitavo dia de fevereiro de 1957, no sexto ano do Nosso Reinado.
Por Comando da Soberana.
Elizabeth R, Grão-Mestre.
Scarborough, Chanceler
Antero Carreiro de Freitas Nasce em São Miguel, iniciou a carreira de diplomata em 1922, como adido na embaixada de Portugal junto da Santa Sé. Em 1926, foi nomeado secretário da embaixada em Tóquio, onde exerceu as funções de Encarregado de Negócios de Portugal até 1930. De seguida, foi colocado na legação portuguesa de Pequim, até 1936, para voltar a Tóquio até 1939. Na primeira fase da guerra sino-japonesa, negociou com o governo japonês vários acordos relativos a Macau e Timor.
De regresso ao Vaticano, foi enviado para Paris, refugiando-se em Vichy, devido à ocupação da cidade pelas tropas nazis. Foi então colocado na secção dos Negócios Políticos e Diplomáticos do Ministério dos Negócios Estrangeiros, em Lisboa, onde permaneceu até 1946. No ano seguinte, foi nomeado Conselheiro de Embaixada e Ministro Plenipotenciário, em 1950, prestando serviço no Chile e em Havana, e Chefe do Protocolo do Estado, desde 1951.
Foi distinguido com o grau de oficial da Ordem Militar de Cristo, cavaleiro da Ordem Militar Santiago da Espada, comendador de várias ordens estrangeiras, como o Tesouro Sagrado do Japão, Coroa da Bélgica, Santo Olavo da Noruega, Isabel Católica de Espanha, entre outras. Foi também Diretor-Geral no Ministério das Colónias
Medidas: 38,5 x 32,5 cm
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